Fim de estímulos nos EUA deixa bolsas na corda bamba

Bolsas europeias abriram a última sessão da semana sem grande definição, depois de a administração Trump ter anunciar que não vai prolongar vários programas de estímulo.

Com olhos colocados no fim de semana, as bolsas europeias abriram a sessão desta sexta-feira em terreno indefinido, com os investidores a avaliarem a decisão da administração Trump de colocar um ponto final aos vários programas de estímulo nos EUA no âmbito da resposta à pandemia.

O PSI-20, o principal índice português, avança 0,33% para 4.382,09 pontos, embora já tenha estado abaixo da linha de água esta sessão.

Lá por fora, não se regista grandes variações face a quinta-feira, sendo que o Stoxx 600, o índice de referência na Europa, cede 0,2% e praças importantes com a de Paris e Frankfurt também estão em baixa ligeira.

Além da decisão americana de não prolongar os programas de empréstimos destinados a apoiar a recuperação económica, decorrente da pandemia, depois de 31 de dezembro, as medidas de restrição extraordinárias na Califórnia, com o recolher obrigatório à noite, também está a pesar no sentimento dos investidores.

Entretanto, na praça portuguesa, eram oito as cotadas que puxavam o índice para a zona de ganhos. Entre os pesos pesados, o BCP soma 1,18% para 0,1114 euros e a Galp avança 0,86% para 8,896 euros.

Também os CTT valorizam 0,85% para 2,36 euros. O ECO avança esta sexta-feira que o Governo está a negociar com o PCP o controlo público do operador dos correios, podendo o Estado vir a tornar-se o maior acionista da empresa liderada por João Bento.

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