Freelancing é o futuro, mas deve ser (ainda) mais flexível

Pedro Oliveira, cofundador da Landing.jobs, acredita que o full-time está obsoleto e o futuro passará pelo conceito de “contracting”. Já pode rever as palestras da 1.ª edição do Nómada Digital Summit.

Pedro Oliveira, cofundador da Landing.jobs, foi um dos convidados para abordar o tema sobre freelancing e o futuro do trabalho da primeira edição do Nómada Digital Summit. O fundador da empresa de recrutamento tecnológico acredita que o trabalho a full-time é obsoleto e o futuro passa pelo conceito de “contracting”: este tipo de profissional também trabalha para várias empresas mas, ao contrário de um freelancer, trabalha para uma de cada vez. Pedro Oliveira defende que este modelo poderá trazer vantagens de flexibilidade para os trabalhadores e para as empresas, que conseguem reduzir custos de contratação no caso de precisarem de um profissional para projetos mais curtos.

A Pessoas acompanhou os temas em debate na 1.ª edição do Nómada Digital Summit, que a partir de agora pode rever de forma integral no site oficial do evento.

Mas o trabalho independente vai exigir também uma maior capacidade de gestão para garantir a produtividade. Joana Correia, fundadora da Nova Type Foundry, aconselha a meditação, o trabalho focado com base em sprints, ou seja, fazer uma pausa a cada 25 minutos a uma hora de foco. E para ajudar nesta gestão é possível tirar partidos de apps como a BeFocused.

Mas o trabalho independente vai exigir também uma maior capacidade de gestão para garantir a produtividade. Joana Correia, fundadora da Nova Type Foundry, aconselha a meditação, o trabalho focado com base em sprints, ou seja, fazer uma pausa a cada 25 minutos a uma hora de foco. E para ajudar nesta gestão é possível tirar partidos de apps como a BeFocused.

Pedro Oliveira, cofundador da Landing.jobs

O freelancing será, novamente, um dos temas em debate da segunda edição da Nómada Digital Summit, que vai decorrer entre 8 e 10 de abril de 2021.

A gig economy tem vindo a crescer exponencialmente nos últimos anos, com previsões que chegará a 50% do total de trabalhadores no mercado em 2035, tendência acelerada com o Covid 19. A liberdade que o freelancing traz ligada ao trabalho por projetos, mais motivador e diferenciado atrai cada vez mais trabalhadores para este estilo de trabalho. Mas a verdade é que o freelancing adiciona vários desafios ao já desafiante trabalho remoto. A gestão de tempo, de projetos, vendas e promoção pessoal tornam-se essenciais e uma skill que muitas pessoas têm de adquirir quando se tornam freelancers”, antecipa Gonçalo Hall, da Nofootprintnomads.com e um dos organizadores do projeto.

Na edição de 2021, o trabalho remoto será o centro do debate, com temas como a educação, competências, freelancing, o emprego remoto, os negócios online e, tal como sugere o nome, o nomadismo digital. A novidade este ano surge no terceiro dia, que vai incluir workshops nas áreas de freelancing, emprego remoto e empreendedorismo.

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