Para as empresas, Web Summit “foi território desconhecido para todos”

Primeiro Web Summit online trouxe desafios mas também oportunidades aos participantes. Diogo Madeira da Silva, da Huawei, assegura que o balanço é positivo.

Quase duas semanas depois do final da edição deste ano do Web Summit, os participantes ainda fazem contas aos contactos e começam agora a trabalhar nos follow ups. As grandes empresas, por agora, continuam a reunir dados e informação para avaliar tudo o que foi feito antes e durante o maior evento de tecnologia e empreendedorismo do mundo.

Para a Huawei, o cenário não é muito diferente. “Para as empresas, foi território desconhecido para todos: nenhum responsável de uma marca ou gestor pôde dizer que sabia exatamente o que ia acontecer porque havia aqui uma grande dose de experimentação”, defende Diogo Madeira da Silva, diretor de comunicação da Huawei em Portugal.

O responsável acredita que, segundo os dados que já teve oportunidade de analisar, a mensagem passou. No entanto, falta ainda reunir e avaliar o trabalho feito ao longo dos dias por várias equipas de diferentes países. “Acreditamos que a mensagem passou: aquele que é o nosso tom e as nossas prioridades acabam por estar alinhadas com aquilo que são as prioridades da sociedade como um todo, com temas como a transição digital e energética. Grande parte da conversa passou ou centrou-se nesses temas, e isso é algo que nos deixa satisfeitos”, explica Diogo Madeira da Silva.

Diogo Madeira da Silva contava, em conversa com o ECO no pré-Web Summit, que o maior desafio das empresas num evento da escala da conferência internacional em formato online era “criar impacto”. Depois de ter reforçado a aposta no evento, a Huawei faz agora o balanço da participação na edição deste ano do Web Summit.

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