Um terço dos trabalhadores considera mudar de trabalho nos próximos 12 meses

Receber um salário mais elevado e manter um equilíbrio justo entre a vida profissional e vida pessoal são os principais motivos que justificam a vontade de mudar de emprego.

Apesar as incertezas do mercado de trabalho, os profissionais mantêm-se fiéis às suas ambições profissionais. De acordo com o relatório da Kaspersky “Securing the Future of Work”, 35% dos trabalhadores pensa em mudar de emprego nos próximos 12 meses.

“Embora muitos preferissem permanecer na sua posição atual (48%), outros ainda se sentem encorajados a reconfigurar os seus dias de trabalho, para se adaptarem melhor às suas vidas pessoais. Devido ao confinamento e ao trabalho à distância, os trabalhadores também tiveram mais tempo para refletir sobre as suas carreiras futuras, com o objetivo de melhorar ou aprender algo novo”, afirma a multinacional de cibersegurança em comunicado.

As principais razões que justificam a vontade de mudar de trabalho são, em primeiro lugar, receber um salário mais elevado (49%) e, em segundo, manter um equilíbrio justo entre a vida profissional e a vida pessoal (41%). Depois do salário e do conforto pessoal, “procurar um emprego que valha a pena e que seja ainda mais significativo” é o terceiro motivo apontados pelos inquiridos (35%), a par da redução do stress provocado pelo trabalho (35%).

“Ao repensar as suas ambições e capacidades, as pessoas desejam criar uma nova realidade de trabalho. Quer mudando de emprego ou permanecendo nas suas funções atuais, esforçar-se-ão por manter os benefícios do trabalho à distância e de ambientes mais confortáveis”, afirma Sergey Martsynkyan, head of B2B product
marketing da Kaspersky.

No entanto, para consegui-lo, Sergey Martsynkyan considera que é preciso ter a atitude certa. “Os trabalhadores precisam de aprender a ser flexíveis e trabalhar de forma mais inteligente. E, claro, precisam de organizar o seu ambiente de trabalho e assumir a responsabilidade pela sua fiabilidade e segurança. Isso pode tornar-se uma vantagem competitiva aos olhos dos empregadores”, acrescenta.

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