Hoje nas notícias: Banco Efisa, viagens e freguesias

  • ECO
  • 26 Janeiro 2022

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Esta quarta-feira destaque para a aprovação da liquidação do Banco Efisa e para o fundo de viagens que tem sete milhões para pagar reembolsos em caso de falhas por parte das empresas. O dia fica ainda marcado pela denúncias de que o processo de transferência de competências das autarquias para as freguesias está a ser lento e de que subiu para 25 mil o número de alunos sem professor. Além disso, a seca está a alarmar a agricultura e a agravar a qualidade da água.

Banco Efisa avança para liquidação

A liquidação do Banco Efisa foi aprovada em assembleia geral pela Parparticipadas, empresa que gere as participações financeiras do antigo BPN. A liquidação já foi homologada pelo Ministério das Finanças, tendo sido nomeada uma comissão liquidatária. De notar que, desde 2015, este banco foi alvo de três tentativas de venda, mas nunca chegaram a bom porto. O Efisa estava agora praticamente sem atividade. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

Fundo de viagens tem sete milhões para pagar reembolsos caso empresas falhem

O fundo de garantia de viagens e turismo (FGVT), que pode ser acionado no caso de as empresas falharem o pagamento dos reembolsos dos vales criados na sequência dos cancelamentos ligados à pandemia em 2020, tem atualmente cerca de sete milhões de euros disponíveis. A lei prevê que este fundo tem de ter sempre um capital mínimo de quatro milhões de euros. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

“Autarquias criam obstáculos à transferência de competências”

O presidente da Associação Nacional de Freguesias, Jorge Veloso, lamenta que muitos municípios continuem a resistir à transferência de competências das autarquias para as freguesias, processo que confessa estar muito atraso. “O caminho tem sido muito lento”, sublinha. “Neste momento devíamos ter pelo menos duas mil freguesias com atos de transferência de competências, mas estamos em metade”, detalha. Por outro lado, Jorge Veloso sublinha que, por causa da pandemia do coronavírus, as freguesias receberam muitos pedidos de ajuda e tiveram de se reinventar. Leia a notícia completa na TSF (acesso livre)

Alunos sem professor sobem para 25 mil

Os alunos sem professor a, pelo menos, uma disciplina subiram de dez mil para 25 mil em relação ao final do 1º período. Os cálculos da Fenprof indicam sobretudo uma subida no pedido de horários temporários, o que revela que houve mais docentes a meter baixa. Além disso, os horários colocados a concurso aumentaram cerca de 200%, o que poderá ser explicado pelo “desgaste brutal a que os professores estão sujeitos”. Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

Seca alarma agricultura e agrava qualidade da água

As barragens têm cada vez menos água e, apesar de ainda não estar em causa o abastecimento às populações, os efeitos da falta de chuva já se notam na agricultura. Se a situação não se inverter, a qualidade da água continuará a degradar-se e poderão surgir problemas de saúde pública. Dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) indicam que, a 17 de janeiro, havia 14 albufeiras abaixo de 40% do seu volume total. Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

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