Marcelo recusou continuação de Gomes Cravinho na Defesa

  • ECO
  • 25 Março 2022

Marcelo terá bloqueado a continuação de João Gomes Cravinho na Defesa, com o intuito de pôr fim a clima “divisionista” entre chefias militares e Governo. No entanto, não se opôs à passagem para MNE.

Na escolha do novo Executivo, o Presidente terá bloqueado a continuação de João Gomes Cravinho na Defesa, por forma a pôr fim a clima “divisionista” entre chefias militares e Governo, avança o Público (acesso condicionado).

O objetivo terá sido pacificar o clima com militares, depois de terem surgido várias polémicas com a nova Lei Orgânica de Bases das Forças Armadas, bem como conflitos com nomeações de chefes militares, uma das quais envolveu o próprio Presidente da República aquando da primeira nomeação de Henrique Gouveia e Melo para Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), que acabou por falhar.

Marcelo Rebelo de Sousa não se opôs, no entanto, à passagem do governante para o cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros, que acabou por se concretizar, dado que a guerra na Ucrânia exigia “continuidade” nas políticas do Governo, segundo o mesmo jornal.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história e às newsletters ECO Insider e Novo Normal.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

Marcelo recusou continuação de Gomes Cravinho na Defesa

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião