BRANDS' ADVOCATUS História da ABBC

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  • 11 Abril 2022

João Nuno Azevedo Neves, sócio fundador da ABBC, recorda o processo de construção da sociedade de advogados, enumerando os marcos e os nomes mais marcantes da sua história.

É sempre muito difícil relembrar tempos tão passados mas, por decorridos com a maior lisura, lealdade e compreensão, obrigam-nos a crer que, apesar do muito de que nos esquecemos, são as saudades que nos impõem clara motivação para sumariamente os recordar.

Tendo iniciado a minha atividade profissional de advogado – sempre com dedicação exclusiva – em 1968, chegou, pelos anos 80, a necessidade de compartir o trabalho com mais alguém, passado o tempo em que o fazia com o grande advogado e inesquecível Jorge Corrêa do Amaral.

Assim conheci, por indicação do Mário Esteves de Oliveira, o Benjamim Mendes, acabado de se formar. De imediato sentimos uma empatia mútua e, pouco depois, fomos repartindo com clareza as tarefas que cabiam a cada um.

João Nuno Azevedo Neves, Sócio Fundador da ABBC.

O crescimento desta ligação, associada a uma correta e sã vivência entre os dois, sempre transparente e séria, fez-nos sentir a necessidade de criar uma sociedade de advogados, em que seríamos os únicos sócios, apesar de já trabalharmos profissionalmente, desde há alguns anos, como se ela fosse uma realidade.

O trabalho ia crescendo, pelo que entramos na fase de carecermos de mais apoio. Estando ambos bem cientes do grau de exigência que reciprocamente impúnhamos, sempre em pleno consenso e dada a afinidade de comportamentos, o aumento do ritmo de trabalho fez-nos sentir a necessidade da colaboração de outros colegas e estagiários.

A todos procuramos transmitir os nossos padrões de comportamento interno e para com os clientes, o que consideramos a essência do desenvolvimento da relação pessoal e sequencialmente profissional.

“O espírito é o mesmo, padrão indiscutível e inalienável do nosso ADN. Assim nascemos e assim vivemos com a certeza de que a nossa ambição de crescimento jamais liquidará o espírito e a essência que presidiu à nossa fundação.”

Nessa senda, em abril de 1990, sentimos a necessidade de converter a ligação/”sociedade” entre mim e o Benjamim Mendes em sociedade de advogados formal, o que ocorreu com a denominação “Azevedo Neves, Benjamim Mendes e Associados, Sociedade de Advogados”.

Sempre alheios e seguros do não abandono do espírito que nos tinha unido com recíproco apoio e solidariedade, fomos fazendo crescer a sociedade, sempre ultrapassando com sucesso os momentos mais críticos.

Como já deixei expresso, tendo a nossa colaboração sido apoiada por magníficos estagiários, sentimos a necessidade de alguns desses tão fiéis e amigos colaboradores se irem tornando sócios.

Nessa senda, em 2001, passou a sócio o Luís Filipe Carvalho e anos decorridos também a integram os ex-estagiários Nuno Azevedo Neves, António Moura Portugal e, mais tarde, o João Guedes.

Não creio ser o momento para falar da nossa ulterior evolução, mas o nosso crescimento atual dever-se-á, também, a uma boa e sã interligação, convivência e solidariedade entre todos os que deixei referidos e com os que posteriormente também passaram a integrar a nossa sociedade.

O espírito é o mesmo, padrão indiscutível e inalienável do nosso ADN. Assim nascemos e assim vivemos com a certeza de que a nossa ambição de crescimento jamais liquidará o espírito e a essência que presidiu à nossa fundação.

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