Edifícios do Ministério das Infraestruturas terão de reduzir em 10% consumo de energia até 2024

No âmbito do novo Plano de Eficiência de Recursos na Administração Pública, o Ministério das Infraestruturas vai reduzir consumo energético em 10% e incorporar 3% de energias renováveis até 2024.

Os edifícios, equipamentos, infraestruturas e frotas das entidades afetas ao Ministério das Infraestruturas e Habitação vão ter de reduzir em 10% o consumo de energia primário e registar até 3% de consumo de energias provenientes de fontes renováveis através de soluções de autoconsumo, até ao final de 2024. As metas consistem no novo Plano de Eficiência de Recursos na Administração Pública para o período até 2030, o ECO.AP 2030, informa o despacho publicado esta terça-feira em Diário da República.

O Plano de Eficiência ECO.AP 2030 deve ter em consideração “os objetivos e metas relativos ao consumo de energia e de outros recursos, bem como às emissões de gases com efeito de estufa (GEE), quando aplicável, estabelecidos por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas respetivas áreas governativas para o triénio seguinte, e que contribuam para alcançar os objetivos globais do ECO.AP 2030, do Plano Nacional Energia e Clima 2030”, lê-se no documento.

Além dos objetivos a nível do consumo energético, o despacho aprovado no passado dia 10 de julho, em Conselho de Ministros, e assinado pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, informa ainda que a nível do consumo de água nas entidades afetas à área de Governo das infraestruturas e habitação terão que sofrer uma redução de 5% e cortar em 10% o consumo de papel e de plástico de utilização única, até ao fim de 2024

Já a nível da reabilitação e beneficiação de edifícios, o despacho prevê que, até ao final de 2024, deve ser assegurada a renovação energética e hídrica de pelo menos 5% dos edifícios afetos ao Ministério de Pedro Nuno Santos e, “sempre que existam condições”, 10% das instalações devem dispor de infraestruturas de carregamento de veículos elétrico. O Governo prevê ainda que 10% do universo da frota do gabinete de Pedro Nuno Santos utilize veículos elétricos.

Por último, o despacho prevê que até 31 de dezembro de 2024 sejam promovidas, pelo menos, seis ações de capacitação, informação e sensibilização sobre eficiência energética e de outros recursos, atingindo pelo menos 70 % dos trabalhadores (50% até 31 de dezembro de 2023).

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