Hoje nas notícias: inflação, energia, banca

  • ECO
  • 16 Agosto 2022

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Para compensar o efeito da inflação energética nos mais pobres, o Governo teria de gastar cerca de 900 milhões de euros. A inflação está a acelerar os gastos das famílias nos supermercados, com a procura por marcas brancas a crescer 22% em julho face ao período homólogo. Conheça estas e outras notícias em destaque esta segunda-feira.

Compensar efeito da inflação energética para famílias carenciadas custa 900 milhões

O Governo teria que gastar cerca de 900 milhões de euros em medidas dirigidas às famílias mais carenciadas se quisesse compensar da escalada da inflação da energia o quintil mais vulnerável da população. Esta decisão pode ser tomada no novo pacote de medidas que será anunciado em setembro e no Orçamento de Estado para 2023, a ser apresentado em outubro. Até agora, o Executivo tem dado prioridade a medidas de apoio generalizadas a todas as camadas da população.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Inflação acelera gastos nos supermercados e procura por marcas brancas

Nos primeiros sete meses deste ano, os gastos nos supermercados totalizaram quase seis mil milhões de euros, o que representa um aumento de 5,8% face a 2021. Só em julho, as vendas a retalho cresceram 12,9%, a maior subida desde o início de 2022, à boleia da inflação. A escalada dos preços está a impulsionar a procura pelas marcas de distribuição, que cresceram 22,1% contra os 7,5% das marcas de fabricantes.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre)

Desempregados sem subsídio estão a perder tarifa social de energia

A atribuição da tarifa social de eletricidade ou gás não está a ser justa. Numa recomendação enviada ao secretário de Estado Adjunto da Energia, a provedora de Justiça dá o exemplo dos desempregados, que só beneficiam enquanto recebem subsídio, podendo ficar sem desconto na fatura da eletricidade e/ou do gás quando perdem todo o sustento. Em causa está a definição de cliente economicamente vulnerável. Há ainda problemas com o sistema de informação automático, já que deveria cruzar dados entre os sistemas da Segurança Social, das Finanças e da Direção-Geral da Energia e Geologia (DGEG).

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago)

Apenas duas elétricas têm ofertas mais baixas do que as tarifas reguladas

O “travão” do mecanismo ibérico não está a impedir aumentos dos preços da luz, com as diferenças de preço entre o mercado regulado e as ofertas das empresas a atenuar-se. De momento, só a Endesa e a GoldEnergy têm preços mais baixos do que as tarifas reguladas, quando há um ano havia entre oito e nove tarifas mais baratas. Por exemplo, para um casal com dois filhos, a fatura mais competitiva na oferta é de 87,11 euros (GoldEnergy), o que representa uma poupança de cerca de cinco euros face à tarifa regulada – ao fim de um ano, são quase 60 euros poupados.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

Banca aposta em “promoções” para angariar clientes

Com a Euribor a subir, os bancos apostam em estratégias para transferir os créditos à habitação. Neste contexto, as instituições financeiras estão a realizar “promoções” que oferecem revisões do spread, isenção de pagamento de comissões e até cash back para captarem novos clientes vindos da concorrência.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

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