APS associa-se ao Museu Quake para aumentar consciência sísmica
Esta iniciativa nasce da necessidade do setor segurador sensibilizar, educar e preparar as pessoas contra riscos naturais em caso de catástrofe.
A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) é uma das entidades que defende a criação de um Fundo Sísmico em Portugal para cobrir os danos causados por terramotos. Agora, com a aproximação do dia 1 de novembro – data em que o terremoto de 1755 aconteceu -, a APS decidiu juntar-se ao movimento “Recordar 1755”, uma iniciativa promovida pelo Museu Quake.

Em comunicado, a APS afirma que esta iniciativa quer “manter viva a memória do grande terramoto que abalou Lisboa, transformando-a num instrumento de sensibilização, educação e preparação para o futuro”.
Assim, a sede da APS vai iluminar-se de roxo e criar uma campanha nas redes sociais, promovendo medidas de autoproteção e preparação para riscos naturais.
De acordo com José Galamba de Oliveira, Presidente da APS, “recordar o terramoto de 1755 é mais do que um exercício de memória histórica, é um compromisso com o futuro. Ao juntar-se ao movimento ‘Recordar 1755’, a APS reafirma o papel do setor segurador na promoção da resiliência e da preparação coletiva para riscos naturais, contribuindo para uma sociedade mais consciente, informada e protegida.”
Fundada em 1982, a APS é uma associação que reúne diversas companhias de seguros e resseguros que operam no mercado nacional.
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