Nas notícias lá fora: Rússia, Argentina e bancos chineses
Da Rússia a Boris Johnson, passando pelos bancos privados na China, conheça as notícias que estão a marcar o dia lá fora.
Os Estados Unidos afirmam ter provas de que a Rússia planeia divulgar um vídeo falso “muito gráfico” para servir de pretexto a uma eventual invasão à Ucrânia. No Reino Unido, quatro elementos da equipa de Boris Johnson apresentam demissão. Na China, dois bancos privados já encerram os serviços para notas e moedas. Conheça estas e outras notícias que estão a marcar o dia lá fora.
South China Morning Post
Já há bancos chineses a deixar moedas e notas
Dois pequenos bancos privados, o NewUp Bank e o Zhongguancun Bank, da província chinesa de Liaoning e de Pequim, vão deixar de fornecer serviços que envolvam notas e moedas a partir de março e abril, respetivamente. Tal inclui não só os depósitos e levantamentos nos balcões, como também o acesso a notas através de caixas automáticas. Este é mais um passo da China para uma sociedade cashless, ou seja, sem dinheiro físico, ao qual se junta o projeto piloto a nível nacional para testar o e-yuan (moeda digital chinesa emitida pelo banco central), com mais de 261 milhões de cidadãos já com a aplicação que dá acesso a essa forma de dinheiro.
Leia a notícia completa no South China Morning Post (acesso livre/conteúdo em inglês).
The Guardian
Rússia terá fabricado vídeo falso como pretexto para invadir Ucrânia
Os Estados Unidos afirmam ter provas de que a Rússia planeia divulgar um vídeo falso, “muito gráfico”, sobre um ataque ucraniano, usando-o como pretexto para invadir Kiev. O suposto plano envolveria o uso de cadáveres, imagens de prédios destruídos, equipamentos militares ucranianos falsos, drones fabricados na Turquia e atores a encenar o papel de enlutados russos. “Não sabemos se é o caminho que eles vão seguir, mas sabemos que é uma opção”, disse o vice-conselheiro de segurança nacional dos EUA.
Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre/conteúdo em inglês).
Business Insider
Preço médio de venda das casas nos EUA sobe para 365 mil dólares
Não é só em Portugal que os preços do imobiliário têm escalado. Em janeiro, o valor médio de uma casa à venda nos Estados Unidos subiu 16% em termos homólogos, atingindo um máximo histórico de 365 mil dólares, segundo os dados da Redfin. O primeiro mês de 2022 foi mesmo o período mais competitivo na história do mercado imobiliário nos EUA, com o número de compradores a superar o de vendedores. A agravar o problema está a dificuldade dos construtores de acederem a certos materiais de construção, o que está a atrasar a entrega de 5,24 milhões de casas que são necessárias para dar resposta à atual procura.
Leia a notícia completa no Business Insider (acesso livre/conteúdo em inglês).
Bloomberg
Quatro elementos da equipa de Boris Johnson apresentam demissão
Quatro altos funcionários do Governo do primeiro-ministro britânico renunciaram aos respetivos cargos, na sequência do caso das “festas” em Downing Street, que tem sido apelidado de “Partygate”. Depois de o diretor de comunicação do Governo Jack Doyle e da conselheira Munira Mirza terem pedido a demissão, o chefe de gabinete Dan Rosenfield e o secretário particular do primeiro-ministro, Martin Reynolds, também abandonaram funções.
Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso pago, conteúdo em inglês).
Financial Times
FMI satisfeito com acordo com Argentina para reestruturar 44,5 mil milhões em dívida
O Fundo Monetário Internacional (FMI) está satisfeito com o acordo alcançado com a Argentina para reestruturar 44,5 mil milhões de dólares em dívida contraída após um resgate recorde de 2018. Kristalina Georgieva, diretora-geral do FMI, aplaudiu a estrutura inicial do acordo, cujos detalhes ainda têm de ser finalizados e aprovados pela instituição. “Estamos confiantes de que este é um programa pragmático”, disse Georgieva. “Ajudará a Argentina a lidar com os problemas estruturais mais significativos.”
Leia a notícia completa no Financial Times (acesso pago/conteúdo em inglês).
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