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A gamificação pode aumentar o envolvimento? BCP joga “Millennium Trivial” com Maya como joker

O objetivo do concurso do Millennium BCP é aumentar o envolvimento e fortalecer o compromisso dos colaboradores, bem como contribuir positivamente para a atração e retenção de talento.

Uma apresentadora, cinco concorrentes e um joker. Perguntas, respostas certas e erradas, e pontuações. Poderia ser um programa televisivo, mas é um concurso realizado através de uma videochamada, com colaboradores do Millennium BCP: bem-vindos ao “Millennium Trivial”. O objetivo da atividade, promovida pela direção de comunicação do banco, é aumentar o envolvimento e fortalecer o compromisso das pessoas, bem como contribuir positivamente para a atração e retenção de talento.

A gamificação provou ser um instrumento eficaz para alcançar estes objetivos. “Os seres humanos são, naturalmente, atraídos pelos jogos. No contexto empresarial, há muito que a gamificação provou ser um instrumento muito útil para aumentar o envolvimento de alguém ou de algum grupo com a organização ou um determinado propósito”, começa por dizer Helena Henriques, diretora de recursos humanos do Millennium BCP, à Pessoas.

No banco, a gamificação é recorrente em diferentes momentos da jornada dos colaboradores, nomeadamente na integração de novos talentos e em processos de formação, onde tem revelado ser “particularmente eficiente”. “Está provado que a vertente lúdica potencia a aprendizagem e a retenção de conhecimento”, explica a responsável.

A ideia de fazer um concurso interno, com colaboradores a apresentar e a jogar, nasceu para ajudar a superar o segundo confinamento obrigatório, em que as pessoas voltaram a trabalhar a partir de casa e, inevitavelmente, a isolar-se um pouco mais. Rita Pio, técnica de comunicação da Millennium TV, conta que a ideia surgiu devido ao facto de as equipas estarem num período de muitas formações. “Estava a terminar uma formação online e pensei que seria mais divertido se fosse me formato concurso com outros colaboradores. Inventámos regras simples e convidámos todos os colaboradores a participarem, alertando que não era um concurso ‘normal’, mas sim um jogo divertido por videochamada”, explica Rita Pio, que foi a apresentadora do Millennium Trivial.

Assim começou o concurso. Ao longo de cinco semanas, vários profissionais do banco jogaram para apurar-se para a final, à qual chegaram os colaboradores Cármen Oliveira, da Unidade Melhoria Contínua e Processos, Jorge Rodrigues, da sucursal Paços Ferreira Prestige, Nuno Pereira, responsável pela Sucursal Vila Real/Régua Prestige, Paulo Castro, da sucursal Cais do Sodré, e Sara Costa, da sucursal Espinho.

Momentos de descontração durante o horário laboral

A Pessoas assistiu ao último programa e verificou que o ingrediente principal foi boa disposição. “Esta aproximação entre colaboradores do banco, através de um programa leve e divertido, suscitou sorrisos, partilhar e, claro, aumentou a motivação de grupo de pertença”, diz Rita Pio. Depois de algumas perguntas sobre o banco e sobre o setor, e com os concorrentes com pontuações muito próximas uns dos outros, Sara Costa acabou por sair vencedora. E até teve direito a um prémio: a assinatura do Spotify Premium.

“Quando me propuseram participar nesta iniciativa, pensava que ia ser um desafio para o qual eu não estava à altura. No entanto, com o apoio e incentivo da minha equipa, entrei no jogo e cheguei à final. Sem dúvida que o espírito de equipa e entreajuda é essencial para que o bem-estar pessoal e profissional exista e, consequentemente, fortalecer a relação que temos com a empresa“, afirma Sara Costa.

Os concorrentes Jorge Rodrigues, Nuno Pereira, Sara Costa, Cármen Oliveira e Paulo Castro. A apresentadora Rita Pio. E o joker Miguel Maya, CEO do Millennium BCP.

Para a vencedora do concurso do Millennium BCP, a iniciativa foi um “excelente momento de descontração”, especialmente relevante para descomprimir de algumas situações mais tensas e stressantes. “Um momento destes, dentro do nosso horário de trabalho, é uma excelente oportunidade para relaxar e, além disso, poder aprender ou relembrar conceitos essenciais para o exercício das nossas funções”, justifica.

Miguel Maya, CEO do Millennium BCP, foi o joker da final do concurso. Surpreendeu os concorrentes aparecendo na videochamada para fazer uma das questões, e aproveitou para salientar que este tipo de iniciativas é fundamental para “encontrar formas de boa disposição no meio desta pandemia horrível”.

"É muito importante termos muita intensidade comercial, mas também é importante termos um ambiente descontraído, pois ninguém consegue fazer as coisas bem feitas se estiver tenso.”

Miguel Maya

CEO do Millennium BCP

Por outro lado, trabalhar num ambiente descontraído só tem vantagens. “É muito importante termos muita intensidade comercial, mas também é importante termos um ambiente descontraído, pois ninguém consegue fazer as coisas bem feitas se estiver tenso”, afirma Miguel Maya. “Nenhum atleta de alta competição vai tenso para uma competição”, remata.

“Criatividade” é fundamental para atrair e reter talento

Além de retorno ao nível de envolvimento, compromisso, motivação e até bem-estar, a responsável de recursos humanos do banco salienta que “abordar a gestão de pessoas de uma forma criativa e original é determinante como fator de atração de talento”. “A criatividade é fundamental para atrair, envolver e, finalmente, reter os melhores colaboradores”, diz.

"Este é um jogo de sedução muito gratificante para quem trabalha na gestão de pessoas.”

Helena Henriques

Diretora de recursos humanos do Millennium BCP

Por outro lado, atrair talento jovem é diferente de atrair profissionais seniores. As novas gerações “não se reveem em processos antiquados, burocráticos e enfadonhos”. Querem ser fãs da empresa onde trabalham, identificar-se com os seus valores e sentir-se bem no seu ambiente, referem. “Este é um jogo de sedução muito gratificante para quem trabalha na gestão de pessoas”, acrescenta Helena Henriques.

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