Estes são os melhores em ‘White Collar Crime’. Leaders League divulga ranking

Ranking divulgado em primeira mão, em parceria com o ECO/Advocatus. Diretório elegeu os melhores em White Collar Crime, Labor, Arbitration e Civil and Commercial Litigation segundo os clientes e pares

A Leaders League acaba de divulgar o ranking dos melhores advogados do nosso mercado em quatro áreas. A PLMJ tem 12 distinções de Leading Lawyers, a Morais Leitão foi distinguida com oito e a Uría Menéndez – Proença de Carvalho foi premiada com seis distinções. As áreas avaliadas foram White Collar Crime, Arbitration, Labor e Civil and Commercial Litigation.

Em contexto Operação Marquês, de registar que três dos advogados nomeados como os Leading Lawyers em White Collar Crime, três estão no processo mais mediático que envolve o ex-primeiro ministro José Sócrates em suspeitas de corrupção e branqueamento de capitais. A Rui Patrício, da Morais Leitão, Paulo Sá e Cunha, da Cuatrecasas e Francisco Proença de Carvalho junta-se ainda Fernando Aguilar de Carvalho, ambos sócios da Uría Menéndez -Proença de Carvalho.

“Embora para mim o mais importante seja a satisfação dos clientes e o reconhecimento dos vários atores judiciários e outros, bem como a correspondência ao meu sentido de auto exigência, e embora também não seja por aí além entusiasta de ou preocupado com “prémios” e diretórios e similares, é óbvio que este reconhecimento me deixa satisfeito. E mais do que um ponto de chegada, constitui um estímulo e uma responsabilidade”, sublinha Rui Patrício, em declarações à Advocatus.

É com grande satisfação que vejo o Leaders League analisar e dar projeção internacional à advocacia portuguesa, em especial por também contemplar a minha área de prática. Esta é uma distinção que muito me honra e a que atribuo o significado do justo reconhecimento do trabalho de uma equipa de profissionais de excelência, cujo mérito se tem vindo a consolidar solidamente nos últimos anos”, segundo Paulo Sá e Cunha, da Cuatrecasas.

Francisco Proença de Carvalho e Fernando Aguilar de Carvalho – numa resposta conjunta – defendem que procuram “prestar sempre um serviço de excelência aos nossos clientes sem pensar em rankings ou reconhecimentos das publicações que fazem estas avaliações. Ainda assim, é sempre com satisfação que recebemos notícias que de alguma maneira revelam que o mercado tem uma boa perceção do nosso trabalho. Numa organização como a nossa, estes são prémios que atribuímos não a qualquer advogado em particular, mas sim a uma empenhada equipa de advogados de várias gerações que compõem o departamento de contencioso da Uría Menéndez – Proença de Carvalho”.

O ranking – divulgado em exclusivo em parceria com o ECO/Advocatus – distingue em alguns dos casos os mesmos advogados mas em áreas diferentes. E distingue os “Leading lawyers”, os “Excellent”, os “Highly Recommended” e os “Recomended”, por ordem de importância ou relevo, segundo o ranking. No caso ainda do WCC, o diretório considera como “Excellent” Paulo Saragoça da Matta, também presente na Operação Marquês, Paulo Farinha Alves e Alexandra Mota Gomes, ambos da PLMJ, José Lobo Moutinho e Teresa Serra, da Sérvulo e ainda João Medeiros e Sofia Ribeiro Branco, da VdA. Na ‘terceira posição’, como “Highly Recommended” estão Carlos Pinto de Abreu, Rogério Alves, Raul Soares da Veiga, Ana Grosso Alves e Pedro Duro.

Na contabilização geral ao nível de escritórios, a SRS vem logo a seguir a este top 3, com cinco distinções (maioria na área de direito laboral) também em “Leading Lawyers”. Equipa liderada por César Sá Esteves. O diretório reconhece ainda como Leading Lawyers de Laboral Ana Luísa Beirão, Cláudia Varela, Maria de Lancastre Valente, Mariana Caldeira Sarávia, – da SRS, Benjamin Mendes e João Guedes – da DLA Piper, Helena Tapp Barroso, Luís Miguel Monteiro e Pedro Pardal Goulão, da Morais Leitão e ainda Abel Mesquita, Manuel Cavaleiro Brandão, Nuno Ferreira Morgado, Nuno Guedes Vaz e Tiago Cortes, da PLMJ.

Em arbitragem, a tabela considera António Pinto Leite – Morais Leitão e Filipa Cansado Carvalho, Mariana França Gouveia e Pedro Metello de Nápoles, da PLMJ como Leading Lawyers.

Em Civil e Commercial Litigation, distingue Adriano Squilacce, Fernando Aguilar de Carvalho, Nuno Salazar Casanova e Tito Arantes Fontes – Uría Menéndez – Proença de Carvalho como Leading Lawyers, António Pinto Leite, Filipe Vaz Pinto, Francisco Cortez e Rui Patrício, da Morais Leitão e ainda Nuno Líbano Monteiro, Pedro Faria, Rita Samoreno Gomes e João Tiago Morais Antunes, da PLMJ.

O ranking foi baseado em questionários enviados ao mercado e respondido quer pelos pares (advogados) como pelos próprios clientes e ainda por “entidades externas”.

Em parceria com o ECO/Advocatus, este diretório tem como destinatários os CEO’s dos principais tecidos empresariais, escritórios de advogados mundiais, área da banca, marketing e recursos humanos. Para além da Europa, a Leaders League tem presença em São Francisco, Nova Iorque, Lima, São Paulo, Pequim, Hong-Kong, Tóquio e Nairobi.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Estes são os melhores em ‘White Collar Crime’. Leaders League divulga ranking

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião