A resposta a esta pergunta diz muito acerca de como as características dos mercados podem condenar as empresas ao sucesso ou ao fracasso.
Entre equívocos e engulhos, as organizações perdem-se normalmente num caminho de ilusão: A explicitação do conhecimento, e a sua plena medição. No meu último artigo sobre este tema,
aqui, terminei com uma pergunta:
O conhecimento organizacional é igual à soma do conhecimento dos indivíduos que a compõem, é maior que a soma do conhecimento dos indivíduos que a compõem, ou é inferior à soma do conhecimento dos indivíduos que a compõem? Para dar resposta a esta pergunta há que medir, certo? Até porque, como dizia Drucker, o que se mede melhora. Ou, como nós já ouvimos dizer vezes sem conta e dissemos também, numa declinação da mesma ideia: O que não se mede não se gere. Ora, inspirados por este paradigma de gestão, virtuoso em tantos contextos, mas alicerçado numa economia de tangíveis,
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