Gerir (e não ser gerido) pela mudança

  • Pedro Ramos
  • 27 Janeiro 2020

Afinal, a mudança tem rosto…e é humano. No coração de qualquer mudança organizacional estão as pessoas.

Muitas páginas já foram escritas sobre a necessidade permanente da mudança e da transformação nas empresas vulneráveis a um mundo cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo e que nos obriga de forma integrada – a nós e às nossas empresas – a mudar, transformar, ajustar, flexibilizar e, algo cada vez mais crítico, a agilizar.

Afinal, a mudança tem rosto…e é humano. No coração de qualquer mudança organizacional estão as pessoas. Estas são sempre os verdadeiros protagonistas nas diversas fases e vivências dos vários palcos da mudança organizacional. As pessoas serão sempre os maiores beneficiários dos processos de mudança. São as pessoas que fazem a diferença, para o bem ou para o “menos bem”, nas suas organizações. São as pessoas que podem tornar-se facilitadores, agentes de mudança e transformação, ou, em sentido inverso, os maiores resistentes.

Uma liderança mobilizadora pelo exemplo, a começar pelo topo, é essencial na demonstração de que existe “uma só voz” de mudança e uma só onda que importa surfar por todos no quadro que está a ser vivenciado.

O papel dos líderes, e sobretudo das lideranças intermédias, é essencial enquanto arautos das bondades das mudanças para todos e enquanto garante do foco do fim em vista (no destino final) e não apenas nos meios utilizados para lá chegar. Esta pode ser uma curta ou longa (mas sempre profícua) viagem pela mudança e transformação nas nossas empresas.

*Pedro Ramos é diretor de recursos humanos da TAP.

  • Pedro Ramos

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