Pessoa talentosa procura trabalho para relacionamento sério… e remotopremium

Pela primeira vez na história do LinkedIn, as ofertas de trabalho remoto na plataforma tiveram mais candidaturas do que as restantes. Flexibilidade ganha fãs, enquanto empresas voltam ao escritório.

Salário. Benefícios flexíveis. Seguro. Telemóvel e computador. Despesas de representação. Horário de trabalho. Direito a desligar. Dias de férias. Formação profissional. E flexibilidade. Depois de dois anos a trabalhar "de onde quisemos" -- ainda que, graças à pandemia, fundamentalmente de casa --, a rotina empresarial começou a voltar ao "velho normal". Em Portugal, a 17 de fevereiro o Governo passou a não recomendar o teletrabalhocomo modelo laboral preferencial para as empresas. Na sequência desse anúncio, março foi o mês em que muitas empresas convidaram os seus colaboradores a voltarem ao escritório, em modelos mais ou menos flexíveis. Mas, pela primeira vez na história do LinkedIn, os trabalhos remotos tiveram mais candidaturas do que os que registam outro tipo de lógica laboral.

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos