Tiger Woods, o empreendedor. Conheça a nova startup da estrela do golfe

Golfista aposta em juntar projetos associados ao seu nome sob um mesmo chapéu: a startup TGR,

Depois da tempestade, diz-se, vem a bonança. No caso de Tiger Woods, golfista internacional parado há 14 meses após uma lesão nas costas, depois da paragem vem uma aceleração. É que Woods decidiu anunciar, no preciso dia em que voltaria à competição, o seu novo negócio: o lançamento da TGR, uma startup que agrega o portfólio de negócios que o golfista criou entretanto. Curioso?

De acordo com a Fast Company, o que Woods pretende é manter-se a par de todas as novidades da empresa e acompanhar, de perto, todas as decisões. “Passei perto de dois anos a desenvolver a TGR juntamente com a minha equipa. E isto é o que somos: a busca pela excelência além de todos os limites”, explica Tiger Woods, na apresentação no site oficial.

A marca Tiger Woods passa a estar, apesar da sua diversidade, debaixo de um mesmo chapéu: o conjunto de negócios inclui, entre outros, o restaurante The Woods, inaugurado em agosto de 2015, na Florida, a empresa de design, lançada há mais de uma década, e até a fundação Tiger Woods, que trabalha já há mais de 20 anos.

“Há tanto entusiasmo face ao potencial da TGR (…) Estou animado por poder explorar as possibilidades no design, desenvolvimento de produto, turismo e, possivelmente, entretenimento”, explica Woods, em entrevista à publicação norte-americana.

Depois de a Nike — com quem Tiger Woods trabalha há mais de 20 anos — ter anunciado que não faria mais equipamento de golfe, a empresa do golfista pode ser a solução para manter a visibilidade internacional do jogador, assegurando-lhe um novo capítulo na carreira.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Tiger Woods, o empreendedor. Conheça a nova startup da estrela do golfe

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião