Câmara de Lisboa assinala hoje início de obras da nova Feira Popular

  • Lusa
  • 3 Novembro 2016

A Associação Portuguesa de Empresas de Diversão anunciou que vai estar presente na cerimónia em protesto.

A Câmara de Lisboa assinala hoje, numa cerimónia que se inicia às 10:30, o arranque das obras da nova Feira Popular, em Carnide, espaço que pretende que seja um “parque verde de fruição de todos e das famílias”.

A cerimónia decorre junto à saída do Metropolitano da Pontinha e contará com a presença do presidente do município, Fernando Medina.

A Associação Portuguesa de Empresas de Diversão, que agendou para este mês iniciativas de protesto, em defesa da “sustentabilidade da atividade”, anunciou que irá estar presente no arranque das obras.

Falando na semana passada no debate anual sobre o estado da cidade, promovido pela Assembleia Municipal de Lisboa, Fernando Medina anunciou que as obras de construção da Feira Popular” iriam iniciar-se “através das demolições das construções que ali se encontram”.

Numa resposta escrita enviada à agência Lusa, o município precisa que em causa estão cinco construções, “uma antiga carpintaria e anexos”, e adianta que estes trabalhos de demolição “deverão decorrer durante cerca de um mês”. Segue-se a “remoção dos escombros e, posteriormente, a limpeza do terreno”, para na fase seguinte se realizar “a construção das acessibilidades e estacionamento”.

Questionada sobre eventuais implicações no trânsito, a autarquia explica que “pontualmente haverá necessidade de desvios e condicionamentos necessários aos trabalhos de construção das acessibilidades e estacionamento”, mas garante que, nesta fase inicial, isso não se coloca.

A Feira Popular de Lisboa foi criada em 1943 para financiar férias de crianças carenciadas e, mais tarde, passou a financiar toda a ação social da fundação O Século. Antes de Entrecampos, onde fechou em 2003, a feira funcionou em Palhavã.

No final do ano passado, mais de 12 anos depois do encerramento, a autarquia anunciou que a Feira Popular iria voltar, inserida num parque urbano de 20 hectares em Carnide.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Câmara de Lisboa assinala hoje início de obras da nova Feira Popular

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião