CTT compram empresa portuguesa de distribuição porta a porta

Os CTT adquiriram a "Transporta - Transporte Porta a Porta", uma empresa portuguesa da Barraqueiro que gerou 3,2 milhões de euros no primeiro trimestre. Montante da compra não foi revelado.

Os CTT CTT 0,00% anunciaram esta quinta-feira a aquisição da totalidade do capital da empresa portuguesa “Transporta – Transportes Porta a Porta”, uma firma do Grupo Barraqueiro e “a maior empresa de distribuição porta a porta” no país, segundo a mesma. Num comunicado aos mercados, os correios dão conta da conclusão da operação, que já mereceu luz verde por parte da Autoridade da Concorrência.

A empresa postal não revela o montante pago por esta sociedade, “que oferece soluções de logística integrada e atua no mercado de distribuição e transporte de mercadorias em Portugal”. No entanto, indica que a compra se enquadra “na estratégia de expansão e diversificação dos CTT”. A nota enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) refere ainda que, entre janeiro e março deste ano, a Transporta “obteve 3,2 milhões de euros de rendimentos operacionais”, e que a compra vai agregar valor para os clientes.

A Transporta detém e opera uma rede nacional de transporte fracionado de mercadorias sob a marca “Go>Express”. De acordo com o site da transportadora, detém “cerca de 210 viaturas, oito plataformas de distribuição, dois representantes, duas plataformas de cross-docking e aproximadamente 250 colaboradores”, no continente, nos Açores e na Madeira. “Disponibilizamos a clientes e parceiros uma ampla linha de serviços de distribuição, bem como o desenvolvimento de formatos altamente especializados suprindo qualquer necessidade”, lê-se no mesmo site.

Num artigo explicativo, a marca refere ainda que é “uma fusão de várias empresas” e que a Transporta se tornou “na maior empresa de transportes fracionados do país, quando se juntou ao Grupo Barraqueiro”. “Sendo a maior empresa de distribuição de porta a porta em Portugal, sempre operou em setores chave da economia nacional. Por exemplo, no setor automóvel, servindo cerca de 700 concessionários e mais de 20 marcas diariamente”, surge indicado.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

CTT compram empresa portuguesa de distribuição porta a porta

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião