Santander será a única marca: Popular e Pastor integrados

  • Ana Batalha Oliveira
  • 16 Junho 2017

A UGT reuniu com o Santander e anunciou que a integração das marcas Popular e Pastor não prevê cortes no número de trabalhadores — apenas uma unificação da imagem.

A União Geral de Trabalhadores espanhola diz confiar que a integração das marcas Popular e Pastor, os bancos do mesmo grupo que foram recentemente adquiridos pelo Santander, não implicará cortes nos trabalhadores. Após reunião com a administração do Santander, conclui que só as marcas serão eliminadas.

Os prazos para a integração ainda não existem, mas os objetivos já estão definidos. As marcas Popular e Pastor, recentemente adquiridas pelo banco presidido por Ana Botín, serão absorvidas por este mesmo, reduzindo o rótulo dos três bancos a um só: o do comprador Santander.

O sindicato dos trabalhadores espanhol, a UGT, após o encontro com a direção do Santander, declarou que não está a ser considerado “nenhum corte” na rede de trabalhadores. Estes deverão desta forma ser incorporados na totalidade no banco Santander, de acordo com o avançado pelo Economía Digital. A UGT assegura contudo que manterá “vigilante em todo o processo” de forma a garantir que o banco cumpre com “os direitos e emprego dos trabalhadores”.

A Confederação Intersindical Galega (CIG) defende contudo que “De um ponto de vista estratégico e empresarial, seria acertado conservar o Pastor”, escrevia a publicação La Voz de Galicia ainda esta quarta-feira. O Pastor é um banco do grupo Popular, grupo recentemente adquirido pelo Santander por apenas um euro… sob a condição de aumentar o capital da nova aquisição em sete mil milhões de euros.

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