Banca resgata Wall Street, investidores à espera da Fed

Começa esta terça-feira a reunião de dois dias da Reserva Federal e os investidores esperam por novidades sobre o rumo dos estímulos. Em Wall Street, foram os bancos que sustentaram bolsas.

À espera da reunião da Reserva Federal norte-americana, Wall Street fechou esta segunda-feira com ganhos ligeiros, com as bolsas a serem impulsionadas sobretudo pelo setor financeiro. No setor tecnológico, o principal índice que segue o setor viu os ganhos a serem travados pelas notícias de mudanças de preços nos servidores de internet da Amazon.com.

O S&P 500, o índice de referência mundial, avançou 0,15% para 2.503,87 pontos. Os outros dois índices de referência do outro lado do Atlântico também registaram ganhos, apesar de o Nasdaq ter negociado em zona de perdas durante algum tempo nesta segunda-feira. Ainda assim, fechou com uma subida de 0,10%. O Dow Jones somou 0,3%.

“Há um bom momento no mercado. Há muito dinheiro. Mesmo que a Fed esteja a preparar uma redução do balanço, continuamos a ter uma política monetária incrivelmente agressiva. Isso continua a motivar a entrada de dinheiro no mercado”, referiu Stephen Massocca, vice-presidente da Wedbush Securities, citado pela Reuters.

A reunião do banco central norte-americano começa esta terça-feira e os investidores vão procurar detalhes acerca dos planos para a retirada dos estímulos no valor de 4,2 biliões de euros em títulos de dívida.

Ações como Microsoft e Google caíram até 0,5% depois de a Amazon ter anunciado que deverá proceder a alterações no preço de alguns dos seus servidores de internet. Por outro lado, no setor financeiro, que deu força às bolsas do outro lado do Atlântico, o Bank of America e JPMorgan Chase somaram mais de 1%. O Citigroup ganhou mais de 2%.

"Há um bom momento no mercado. Há muito dinheiro. Mesmo que a Fed esteja a preparar uma redução do balanço, continuamos a ter uma política monetária incrivelmente agressiva. Isso continua a motivar a entrada de dinheiro no mercado.”

Stephen Massocca

Vice-presidente da Wedbush Securities

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Banca resgata Wall Street, investidores à espera da Fed

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião