Sonae Indústria lucra 20,9 milhões até setembro

Nos primeiros nove meses de 2017, a Sonae Indústria lucrou quase 21 milhões de euros, o 5º trimestre consecutivo com resultados positivos. No final de setembro, dívida líquida caiu quase três milhões.

A Sonae Indústria registou lucros de 20,9 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2017, o que representou um aumento de significativo face ao mesmo período do ano anterior. Neste terceiro trimestre lucrou mais 0,7 milhões do que no terceiro trimestre do ano anterior, adiantou a empresa em comunicado enviado à CMVM.

A empresa de derivados de madeira apresentou esta quinta-feira os lucros referentes ao período entre janeiro e setembro deste ano, onde se registou um aumento de 41,2 milhões de euros face ao período homólogo do ano passado. Nestes primeiros nove meses, a Sonae Indústria teve um resultado líquido consolidado de 20,9 milhões de euros.

O volume de negócios consolidado nos primeiros nove meses do ano atingiu os 178,8 milhões de euros, o que representou uma quebra de 2,1% face ao mesmo período do ano passado (-3,9 milhões de euros), que a empresa justifica com as “menores vendas para os mercados nórdicos no negócio de Laminados e Componentes e menores volumes de vendas para o mercado do Canadá no negócio da América do Norte”, pode ler-se no comunicado.

Quanto a este terceiro trimestre, a empresa lucrou 6,9 milhões de euros, mais 0,7 milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior. Paulo Azevedo, presidente do Conselho de Administração da Sonae Indústria, disse que a empresa apresentou, este período, “o quinto trimestre consecutivo com resultados líquidos positivos e quer os negócios integralmente detidos quer a Sonae Arauco contribuíram positivamente para estes resultados”.

No que diz respeito ao EBITDA destes primeiros nove meses de 2017, atingiu 30,8 milhões de euros, havendo uma redução de um milhão (3,1%) face ao mesmo período homólogo, “devido à diminuição na contribuição do negócio na América do Norte, negativamente afetado pelo aumento do custo dos químicos e a menores volumes de produção”, segundo avança a empresa em comunicado.

Relativamente ao terceiro trimestre do ano, o EBITDA situou-se em 10,1 milhões de euros, reduzindo 2,9 milhões de euros quando comparado com o mesmo período homólogo. Um valor que se deveu, sobretudo “ao negócio na América do Norte que atingiu um nível recorde de EBITDA Recorrente no terceiro trimestre de 2016, período em que o custo dos químicos foi significativamente inferior ao registado no terceiro trimestre de 2017”.

Quanto à dívida líquida da Sonae Indústria, esta fixou-se nos 209,9 milhões de euros no final de setembro deste ano, o que representou uma diminuição de 2,9 milhões quando comparada com o final do primeiro semestre de 2017. Comparado com o final de 2016, a dívida líquida diminui de igual forma, fixando-se nos 3,6 milhões de euros.

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