ISCTE entra no ranking das melhores escolas de negócios do Financial Times

  • ECO
  • 4 Dezembro 2017

Portugal passou a contar com quatro universidades no ranking das melhores escolas do jornal britânico com a entrada do ISCTE Business School para o 80.º lugar.

As escolas de negócios portuguesas continuam a dar cartas no panorama europeu. Portugal passou a contar com quatro universidades no ranking das melhores escolas do Financial Times, com a entrada do ISCTE Business School para o 80.º lugar. O ISCTE fica atrás da Porto Business School, da Católica Lisbon School of Business e da Nova School of Business and Economics, que continua a ser a melhor entre as escolas nacionais.

De acordo com José Paulo Esperança, reitor do ISCTE Business School, “esta classificação culmina um ano de sucesso ao nível dos rankings internacionais e vem reconhecer o trabalho desenvolvido pela escola desde a sua fundação”. Segundo o responsável máximo da escola, “a entrada no ranking das melhores escolas é extremamente valiosa porque vem dar ao ISCTE uma visibilidade ainda maior nos mercados internacionais”.

Esta classificação culmina um ano de sucesso ao nível dos rankings internacionais e vem reconhecer o trabalho desenvolvido pela escola desde a sua fundação.

José Paulo Esperança

Reitor do ISCTE Business School

Para além do ISCTE, há ainda outras três universidades portuguesas neste top do FT que avalia mais de 90 instituições europeias de ensino superior de Economia e Gestão. Mas apenas uma conseguiu melhorar a classificação: a Porto Business School, que passou do 62.º para o 59.º lugar.

A Católica Lisbon School of Business e a Nova School of Business and Economics acabaram por cair na tabela. Passaram ambas do 23.º lugar para o 26.º e para o 25.º, respetivamente, com a SBE a continuar a ser considerada a melhor escola de gestão nacional pelo jornal britânico.

Para o Professor Daniel Traça, reitor da Nova SBE, “este resultado reforça, mais uma vez, a estratégia de inovação, internacionalização e impacto da escola. Temos adaptado constantemente os nossos programas, dando resposta à procura de talento e ajustando-os às necessidades, em constante evolução das diferentes gerações, das organizações e da sociedade”.

“Estamos conscientes que há ainda caminho para percorrer, mas otimistas que com o apoio da comunidade – alunos, antigos alunos, parceiros corporativos, sociedade, faculty e staff – conseguiremos alcançar os objetivos”, remata o responsável.

Nova e Católica em destaque nos MBA

O “The Lisbon MBA Executive”, uma parceria entre a Nova e a Católica, surge no 20.º lugar neste ranking europeu. Isto depois de, em outubro, ter alcançado o 85.º lugar no top mundial, onde são avaliados os cem melhores MBA em gestão executiva do mundo. O Lisbon MBA tem vindo a ganhar terreno a nível global, subindo 14 lugares desde 2015, quando foi classificado na 99.ª posição.

"Estes resultados demonstram que é possível ser uma escola de referência internacional num ranking extremamente competitivo, mantendo uma matriz de responsabilidade, inovação e impacto social forte.”

Professor Milton Sousa

Reitor associado das Relações Institucionais e Desenvolvimento Internacional da Nova SBE

“Estes resultados demonstram que é possível ser uma escola de referência internacional num ranking extremamente competitivo, mantendo uma matriz de responsabilidade, inovação e impacto social forte”, reforça o Professor Milton Sousa, reitor associado das Relações Institucionais e Desenvolvimento Internacional da Nova SBE.

A universidade também alcançou a 16.ª posição no Mestrado de Gestão, onde compete com a Católica, que está no 31.º lugar, e com o ISCTE, que ocupa a 72.ª posição. A universidade “tem feito um caminho para competir entre as melhores escolas na Europa, conseguindo alcançar a 16.ª posição no Mestrado de Gestão e estando também no Top 20 e 30 do MBA e da Formação de Executivos, respetivamente”, lê-se num comunicado enviado pela SBE.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

ISCTE entra no ranking das melhores escolas de negócios do Financial Times

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião