Corporate/M&A: os melhores advogados pela Chambers

  • ADVOCATUS
  • 16 Fevereiro 2018

O diretório da Chambers and Partners distingue os 'ranked lawyers' na edição já de 2018. Leia aqui os advogados distinguidos na área de Corporate/M&A.

O diretório da Chambers and Partners distingue os ‘ranked lawyers’ na edição já de 2018. Os advogados distinguidos na área de Corporate/M&A são:

Corporate/M&A

Senior Statesmen

  • António Frutuoso de Melo (António Frutuoso de Melo & Associados Sociedade De Advogados, RL)
  • Luís Sáragga Leal (PLMJ)

Eminent Practitioners

  • Nuno Galvão Teles (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • João Vieira de Almeida (VdA)

Band 1

  • Jorge M. Bleck (VdA)
  • Jorge de Brito Pereira (Uría Menéndez – Proença de Carvalho)
  • Carlos Osório de Castro (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • João Soares da Silva (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)

Band 2

  • Fernando Campos Ferreira(Campos Ferreira, Sá Carneiro & Associados)
  • Maria Castelos (Campos Ferreira, Sá Carneiro & Associados)
  • Luís Miguel Cortes Martins (Serra Lopes, Cortes Martins & Associados)
  • Marcos de Sousa Monteiro (Linklaters)
  • Rafael Lucas Pires (Serra Lopes, Cortes Martins & Associados)
  • Diogo Perestrelo (PLMJ)
  • Gabriela Rodrigues Martins (AAA Advogados)
  • Francisco Sá Carneiro (Campos Ferreira, Sá Carneiro & Associados)
  • António Soares (Linklaters)

Band 3

  • Bernardo Abreu Mota (Campos Ferreira, Sá Carneiro & Associados)
  • Nuno Azevedo Neves (DLA Piper ABBC)
  • Francisco Brito e Abreu (Uría Menéndez – Proença de Carvalho)
  • Pedro Cardigos (Cardigos)
  • Cláudia Cruz Almeida (VdA)
  • Francisco Xavier de Almeida (CMS)
  • Diogo Leónidas Rocha (Garrigues)
  • Mário Lino Dias (Garrigues)
  • Nuno Moura Roldão (Ferreira Pinto)
  • Tomás Vaz Pinto (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • Antonio Villacampa Serrano (Uría Menéndez – Proença de Carvalho)

Band 4

  • Rodrigo Almeida Dias (FCB Sociedade de Advogados)
  • João Pedro Alves Pereira (Alves Pereira, Teixeira de Sousa & Associados)
  • Mafalda Barreto (Gómez-Acebo & Pombo)
  • João Caldeira (CMS)
  • Octávio Castelo Paulo (SRS Advogados)
  • Fernando Ferreira Pinto (Ferreira Pinto)
  • Clemente V. Galvão (Clemente V. Galvão Advogados)
  • Pedro Guimarães (FCB Sociedade de Advogados)
  • José Diogo Horta Osório (Cuatrecasas)
  • Gustavo Ordonhas Oliveira (SRS Advogados)
  • Eduardo Paulino (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • Frederico Pereira Coutinho (Cuatrecasas)
  • Vítor Pereira das Neves (AAA Advogados)
  • Tomás Pessanha (PLMJ)
  • Segismundo Pinto Basto (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • Pedro Raposo (PRA – Raposo, Sá Miranda & Associados)
  • Ricardo Rodrigues Lopes (Caiado Guerreiro)
  • Manuel Santos Vítor (PLMJ)

Up and Coming

  • Catarina Brito Ferreira (Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, SP, RL.)
  • Diogo Plantier Santos (Linklaters)

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O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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António Costa
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