Carlos Tavares inicia funções no Montepio na quarta. Félix Morgado despede-se esta terça

Nova administração da Caixa Económica Montepio inicia funções já esta quarta-feira. Ou seja, Félix Morgado e a sua equipa abandonam o banco já esta terça.

Carlos Tavares e a sua equipa iniciam funções na Caixa Económica Montepio Geral já a partir desta quarta-feira, apurou o ECO. Ou seja, o presidente cessante desde dezembro do ano passado, José Félix Morgado, tem esta terça-feira o seu último dia à frente do banco.

Os novos administradores, incluindo o novo chairman e CEO Carlos Tavares, foram apresentados esta segunda-feira aos quadros diretores da Caixa Económica num almoço presidido por Tomás Correia, presidente da Associação Mutualista Montepio.

Da nova administração fazem parte ainda Nuno Mota Pinto (vindo do Banco Mundial e inicialmente indicado para presidente do banco), Carlos Leiria Pinto, José Mateus, Pedro Alves, Helena Costa Pina e Pedro Ventaneira. Já como administradores não executivos foram nomeados Amadeu Paiva, Rui Heitor, Luís Guimarães, Vítor Martins e Manuel Teixeira.

Carlos Tavares chega ao Montepio já desvinculado da Caixa Geral de Depósitos — onde era assessor. Ao ECO, fonte oficial do banco estatal afirmou que “Carlos Tavares não será quadro da CGD quando tomar posse no Montepio”, o acontece esta quarta-feira.

O antigo presidente do regulador da bolsa assume funções no Montepio com a missão de colocar o banco a remunerar adequadamente os seus acionistas — que passarão a ser vários com a entrada da Santa Casa e outras instituições no capital do Montepio.

A Carta de Missão foi divulgada pela Associação Mutualista esta segunda-feira e, dentro de um conjunto de objetivos, a Caixa Económica terá de privilegiar as suas relações com as instituições sociais e dar ênfase ao papel dos seus balcões como canal prioritário na comercialização dos produtos mutualistas da associação — isto apesar da distinção entre aquilo que é a atividade do banco e a atividade da mutualista.

Por outro lado, a nova equipa terá de potenciar eventuais sinergias entre as várias atividades e negócios do grupo e promover alianças com outras instituições de solidariedade social nos mercados internacionais onde se encontra.

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