Espanhola Cerealto quer criar 200 empregos em Portugal e no Reino Unido

Cerealto quer reforçar presença nos mercados português e britânico, estando, por isso, a aumentar a capacidade das fábricas de que já dispõe nesses países.

Com a expansão nos mercados português e britânico na mira, o grupo espanhol Cerealto está interessado em criar 200 postos de trabalhos em território nacional e no Reino Unido. O investimento nessas fábricas tem como objetivo fomentar a sua produtividade e presença nesses dois mercados, adianta a Reuters.

“Em 2018, a empresa estima criar cerca de 200 novos postos de trabalho, principalmente em Portugal e no Reino Unido, o que permitirá alcançar uma força de trabalho de 2000 trabalhadores no final do presente ano”, explica a empresa, no seu site.

Criado em 2012, o grupo que produz alimentos para grandes cadeias de distribuição — num lógica de B2B — tem atualmente duas unidades em Portugal: a fábrica de Benavente, em Santarém, que produz alimentos infantis; e a fábrica de Mem Martins, em Sintra, que produz bolachas.

No Reino Unido, a gigante espanhola tem apenas uma unidade, onde produz barras de cereais, produtos sem glúten e bolachas.

“[Consagrar-se] uma fabricante local de múltiplas categorias de produtos nestes mercados faz parte da estratégia expansionista da companhia“, garantiu um porta-voz da Cerealto citado pela mesma agência.

No último ano, o volume de negócios desta empresa atingiu os 160 milhões de euros. Este ano, a Cerealto está focada “na consolidação da sua presença na arena internacional” e já tem os olhos postos em possíveis oportunidades de negócio nos Estados Unidos.

Atualmente, esta companhia emprega mais de 1.460 pessoas nas suas oito fábricas espalhadas pela Península Ibérica, por Itália, pelo Reino Unido e pelo México. A Cerealto comercializa os seus produtos em mais de 40 países.

Comentários ({{ total }})

Espanhola Cerealto quer criar 200 empregos em Portugal e no Reino Unido

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião