Marquês de Pombal. EDP “cede lugar” a Uría Menéndez-Proença de Carvalho

A Advocatus foi conhecer as novas instalações do escritório de 120 advogados, em Portugal, e que em Janeiro elegeu dois novos managing partners: Bernardo Ayala e António Villacampa.

“A mudança de sede é um marco na nossa trajetória de sucesso durante mais de 15 anos em Portugal e procurou corresponder às necessidades de mais espaço e de uma melhoria das condições de trabalho para uma equipa em crescimento”. Antonio Villacampa, partner da Uría desde 2005 e managing partner desde o dia 1 de janeiro explica à Advocatus as razões da mudança.

Da Rua Castilho, o escritório que nasceu da fusão (em 2001) da equipa de Daniel Proença de Carvalho com a espanhola Uría Menéndez, passa agora para as instalações antigas da EDP, em plena praça do Marquês de Pombal. No total, são 6.232 m2, espalhados por 78 gabinetes, nove salas de reuniões de clientes, seis para reuniões internas, duas salas internas, duas salas de formação, auditório para quase cem pessoas e um ginásio. O atelier de arquitetura responsável pelo projeto foi a CBRE – de Portugal e de Espanha, na parte do concept design. A inauguração foi logo na primeira quinzena de janeiro. Os 120 advogados foram para o número 12 da Praça Marquês de Pombal “com o objetivo de oferecer um serviço da mais alta qualidade aos nossos clientes”, segundo comunicado do escritório divulgado na altura da mudança.

A Uría Menéndez, um escritório líder no mercado ibero-americano, tem presença em 17 cidades da Europa, América e Ásia. Fundado em 1946, atualmente conta com cerca de 700 advogados que prestam assessoria em todas as áreas do Direito dos negócios, português, espanhol e da União Europeia.

A mudança de instalações foi acompanhada pela nomeação de Bernardo Diniz de Ayala e Antonio Villacampa que assumiram no dia 1 de janeiro de 2018 a direção da Uría Menéndez – Proença de Carvalho em Portugal, a função de co-managing partners. Os novos sócios diretores sucedem a Duarte Garin, que estabeleceu a Uría Menéndez em Portugal em 2001 e que foi seu managing partner ao longo dos últimos 17 anos. Duarte Garin prosseguirá a sua prática como sócio do departamento de Imobiliário. Os novos co-managing partners abraçam este novo desafio “com confiança, entusiasmo e vontade de servir a firma e a comunidade jurídica portuguesa”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Marquês de Pombal. EDP “cede lugar” a Uría Menéndez-Proença de Carvalho

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião