Licenciatura em Direito da Católica com maior taxa de empregabilidade

Com uma taxa de 98,8% de empregabilidade, a Faculdade de Direito da UCP lidera o ranking em Portugal, segundo o portal Infocursos.

Com uma taxa de 98,8% de empregabilidade, a Faculdade de Direito da UCP lidera o ranking em Portugal, segundo o portal Infocursos.

Para Jorge Pereira da Silva, diretor da Escola de Lisboa, “estes resultados não são fruto do acaso. Em concreto, desenvolvemos uma relação dinâmica com todos os recrutadores de referência a operar no mercado e desenvolvemos com eles uma política de colocação ativa dos nossos licenciados e mestres. É uma relação tripartida – estudante, faculdade e recrutador – que tem de ser transparente e gerida de modo a que seja vantajosa para todas as partes. A transição para o mercado de trabalho tem de ser progressiva, vista como um passo natural, na sequência de iniciativas como os Programa de Mentoria ou Job Shadowing, as Clínicas Legais ou os Estágios de Verão realizados ao longo da licenciatura”.

“A internacionalização é outra das características do sucesso desta licenciatura e uma aposta estratégica da escola. A par de um criterioso programa de mobilidade internacional com algumas das melhores escolas do mundo, a Faculdade proporciona aos alunos um ambicioso e inovador programa de disciplinas lecionadas em inglês, que obedece a uma lógica ordenada e consistente, visando prepará-los para a prática transnacional e facilitar a sua inserção no mercado de trabalho”, conclui o diretor da Escola.

Situando-se a taxa de empregabilidade da licenciatura em Direito nos 98,8% e a do Mestrado em Direito nos 98%, estes valores representam os mais altos das Faculdades de Direito em Portugal. Outro dado importante é que 40% dos advogados recrutados pelas principais sociedades de advogados em Portugal, em 2017, foram licenciados em Direito pela mesma Faculdade.

 

Uma carta aos nossos leitores

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Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

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  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
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  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

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