Miranda reforça equipa de sócios

A Miranda anuncia a promoção de três novos Sócios: Maria Figueiredo, Rita Lufinha Borges e Rodrigo Rendeiro Costeira.

A Miranda anuncia a promoção de três novos sócios: Maria Figueiredo, Rita Lufinha Borges e Rodrigo Rendeiro Costeira.

Sobre esta nomeação, Diogo Xavier da Cunha, Presidente do Conselho de Administração da Miranda, refere que “Ao longo de toda a nossa história, sempre foi preocupação da firma reconhecer o mérito individual e profissional de cada colaborador. Estes três novos sócios estão connosco há muitos anos e mostraram possuir as qualidades técnicas e humanas necessárias para fazerem parte do núcleo de sócios da Miranda”.

Diogo Xavier da Cunha acrescenta ainda que “Estas promoções são uma manifestação da força e sustentabilidade do projeto Miranda, estando alinhadas com a nossa estratégia de afirmação da cultura da firma e de consolidação de áreas chave da nossa atividade Estamos convictos de que os três novos sócios contribuirão de forma significativa para o crescimento da Firma e para a qualidade e inovação do trabalho que fazemos para os nossos clientes”.

Maria Figueiredo integra a Miranda desde 2006 e a sua prática centra-se nas áreas do Direito Fiscal e Contencioso Tributário. Licenciada pela Faculdade de Direito de Lisboa (1995 – 2000), tem uma Pós-Graduação em Fiscalidade no ISG concluída em 2005. Tem desenvolvido bastante trabalho em consultoria fiscal à indústria petrolífera (operadores e prestadores de serviços) e, mais recentemente, noutras áreas do setor energético. A sua atividade é marcadamente internacional. É formadora em várias ações sobre questões tributárias e direito fiscal internacional.

Rita Lufinha Borges integrou a Miranda em 2007, onde tem desenvolvido a sua atividade nas áreas de imobiliário, turismo, societário e telecomunicações. É presentemente a coordenadora da área de prática de imobiliário da Miranda, tanto para o mercado português como para os mercados internacionais cobertos pela Miranda Alliance. É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa e tem duas pós-graduações, uma em Assessoria Jurídica de Empresas, pelo Instituto Superior de Gestão e outra em Direito das Telecomunicações, pelo Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito de Lisboa.

Rodrigo Rendeiro Costeira começou a colaborar com a Miranda em 2007, tendo integrado a Área de Prática de Comercial e Projetos, onde tem vindo a prestar aconselhamento jurídico a diversas empresas e instituições financeiras multilaterais no âmbito de projetos de infraestruturas, nas áreas da energia, transporte, telecomunicações e indústria com especial incidência no domínio do direito societário, regulatório sectorial e financeiro. Tem também participado com regularidade na estruturação, financiamento e implementação de projetos de investimento em diversos países africanos, nomeadamente em Angola. É licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (2003), e possui uma pós-graduação em Direito Comercial pela Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa (2008).

Através da rede Miranda Alliance, a Miranda está presente em 14 jurisdições: Angola, Cabo Verde, Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Macau, Moçambique, Portugal, República Democrática do Congo, República do Congo, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Dispõe ainda de escritórios de representação em importantes centros internacionais: EUA (Houston) e Reino Unido (Londres).

A Miranda tem, presentemente, 23 Sócios.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

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