Tecnológicas arrastam Wall Street. Twitter afundou mais de 20%

O Nasdaq foi o índice mais penalizado na última sessão da semana (-1,47%) penalizado pelo tombo de mais de 20% das ações do Twitter. Foi um dia negro para as tecnológicas.

Wall Street entrou com o pé direito na última sessão da semana, mas saiu com o esquerdo. Os principais índices bolsistas norte-americanos encerraram em queda, num dia marcado pela negativo para os títulos do setor tecnológico. O Twitter foi o que mais se eclipsou em bolsa, sofrendo um tombo de mais de 20%. Não resistiu à quebra do número dos seus utilizadores.

O S&P 500 desvalorizou 0,65%, para os 2.818,99 pontos, enquanto o Dow Jones deslizou 0,29%, para os 25.452,14 pontos. Bem mais extensa foi a quebra do Nasdaq: 1,47%, para os 7.736,81 pontos, com vários títulos de referência a terem uma sessão muito negativa.

Foi o que aconteceu com o Twitter. Depois do Facebook, foi a vez das ações da rede social afundarem mais de 20%, com os investidores a reagirem negativamente ao número de utilizadores mensais ativos revelado pelo Twitter. Ficaram aquém do esperado, tendo a empresaalertado para a possibilidade do número cair ainda mais à medida que forem sendo eliminadas as contas falsas.

Mais houve mais destaques negativos. A Intel derrapou perto de 9%, depois de ter anunciado que uma nova tecnologia-chave para os chips só estará pronta a sair para o mercado em finais do próximo ano, o que não agradou aos investidores.

Nem os dados positivos sobre o PIB dos EUA foram suficientes para ditar um fecho positivo de Wall Street. É que apesar de a economia norte-americana ter registado a maior taxa de crescimento em quase quatro anos no segundo trimestre, não foi tanto quanto era esperado pelo mercado.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Tecnológicas arrastam Wall Street. Twitter afundou mais de 20%

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião