BCP cai mais de 1%. Jerónimo Martins evita maior queda da bolsa

A praça portuguesa contrariou os ganhos das restantes bolsas europeias. Encerrou em queda, penalizada pelo BCP. A energia também pesou, mas a Jerónimo Martins evitou uma queda mais expressiva.

A praça portuguesa voltou a fechar a sessão em queda. Na última sessão da semana, e num dia que até foi de ganhos para a generalidade das bolsas europeias, o PSI-20 foi pressionado pela queda de mais de 1% do BCP. A EDP, que continua abaixo da OPA da China Three Gorges, recuperou, mas foi a Jerónimo Martins que impediu uma queda mais expressiva do índice.

O PSI-20, índice de referência nacional, fechou a cair 0,55% para os 5.285,68 pontos. Das 18 cotadas, apenas seis empresas terminaram a sessão com ganhos. O vermelho dominou a sessão na praça portuguesa, com o BCP a destacar-se. Apesar de não ter registado a maior queda — a Ramada caiu 3,5% para 9,65 euros –, foi o título que mais pesou. Caiu 1,29% para os 23,67 cêntimos.

Do lado das quedas, destaque também para o setor da energia. Num dia sem grandes variações no preço do petróleo, apesar de o furacão Florence ter chegado à Carolina do Sul, nos EUA, a Galp Energia fechou a cair 0,72%. A terceira melhor empresa do mundo em termos de sustentabilidade encerrou a negociação nos 16,53 euros.

A EDP Renováveis também caiu, enquanto a EDP registou uma valorização ligeira. Subiu 0,06% para os 3,245 euros, mantendo-se aquém da contrapartida da OPA chinesa.

Nos ganhos, a Jerónimo Martins destacou-se. Somou 0,94% para os 12,89 euros. Foi graças a empresa liderada por Pedro Manuel dos Santos que a bolsa portuguesa não registou uma queda mais acentuada.

Nas restantes praças europeias, o sentimento é contrário ao que se vive em Lisboa, com a maioria das bolsas europeias a fechar em terreno positivo. O Stoxx 600 avançou 0,41% para os 378.07 pontos. As bolsas espanhola, alemã e londrina avançaram 0,39%, 0,57% e 0,31%, respetivamente.

(Notícia atualizada às 17h06)

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