Costa Pinto e João Proença assinam manifesto de rutura com Tomás Correia. Querem um novo ciclo no Montepio

  • ECO
  • 21 Setembro 2018

O manifesto promove "um Montepio competente, solidário e responsável", com candidaturas sem suspeitas de idoneidade. O objetivo é recuperar a confiança na associação mutualista.

O objetivo é promover um novo ciclo no Montepio, com candidaturas sem suspeitas de idoneidade. Para isso, um grupo de personalidades, que inclui João Costa Pinto, ex-vice governador do Banco de Portugal, e João Proença, antigo secretário-geral da UGT, assinaram o manifesto “por um Montepio competente, solidário e responsável”, avança esta sexta-feira o Jornal de Negócios (acesso pago).

“No perfil dos candidatos inclui-se, não só a competência para o desempenho de cada particular função, como a completa ausência de suspeições de idoneidade que decorram de processos judiciais em curso ou de comportamentos de ética duvidosa”, sublinha o manifesto.

No perfil, os signatários não enquadram António Tomás Correia, que lidera o Montepio desde 2008. O presidente do conselho de administração da associação mutualista está a ser investigado num processo no Ministério Público extraído da Operação Marquês. O manifesto refere que “a recuperação da confiança no Montepio não se compadece com situações de indefinição, decorrentes da morosidade daqueles processos ou outras”.

Entre o grupo de personalidades que se juntaram no manifesto estão, também, Norberto Pilar, antigo presidente da TAP e dos CTT, e José Almeida Serra, que esteve na administração do Montepio, que, segundo os subscritores do manifesto, se encontra agora “profundamente abalada”.

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