A manhã num minuto

Não sabe o que se passou durante a manhã? Fizemos um vídeo que reúne as notícias mais relevantes, em apenas um minuto.

A Marinha Grande é o município com as finanças mais equilibradas no país. Mas Sintra, Porto e Oeiras são as câmaras de grandes dimensões que ocupam este pódio. Lisboa está em 15.º lugar. Um trabalhador com salário médio pode ganhar até 140 euros por ano ou dez euros por mês, mostram simulações da PWC. Ou seja, 1% do seu rendimento bruto.

O município com as contas mais equilibradas é a Marinha Grande. Mas, quando a análise é feita tendo em conta apenas as câmaras de grandes dimensões, Sintra, Porto e Oeiras são aquelas que apresentam um melhor desempenho. O ranking consta do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses relativo a 2017, apresentado esta terça-feira.

Reembolsos reforçados por retenção a mais de IRS do que o devido e um aumento ligeiro do salário líquido em resultado de ajustamentos nas tabelas de retenção de modo a refletir mudanças nos escalões de IRS em 2018. São dois efeitos combinados que no próximo ano poderão vir a refletir-se num bónus duplo sobre o IRS dos trabalhadores, avança o Jornal de Negócios (acesso condicionado) nesta terça-feira.

O Banco de Portugal “recomendou”, as contas base, que incluem um conjunto de serviços básicos, tornaram-se uma realidade. Foi a forma encontrada há alguns anos pelo regulador do setor financeiro nacional para tentar proteger os clientes da escalada das comissões bancárias. Mas, agora, estão prestes a ser derrotadas pelas contas pacote, desenhadas pelos próprios bancos. É que estes pacotes são já em muitos bancos mais baratos que os “montados” por Carlos Costa.

Não há margem para baixar as exigências de capital impostas aos bancos da Zona Euro. Quem o diz é um dos supervisores do Banco Central Europeu (BCE), citado pela Reuters, esta terça-feira. “Neste momento, não há espaço para relaxar os requisitos de capital impostos às instituições financeiras”, determina Pentti Hakkarainen, alertando, contudo, para a necessidade de não se sufocar a inovação.

Os sinais de alerta voltaram a focar-se em Itália. A bolsa italiana sofre perdas de quase 2%, para mínimos de final de abril de 2017, condicionada por um sell-off na banca, num dia em que os juros da dívida soberana sobem. A taxa a dez anos acelera para máximos de quatro anos e meio. Efeitos fazem sentir-se nos restantes mercados europeus, com a bolsas em queda e os juros da dívida em alta.

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