Huawei Mate 20 Pro, o topo de gama Android que até carrega o iPhone

Este é o novo topo de gama da Huawei, chamado de Mate 20 Pro. Vem trazer novidades ao mercado, como o facto de servir de "power bank" para carregar sem fios os iPhones que estejam em "apuros".

A Huawei apresentou em Londres o Mate 20 Pro, um telemóvel topo de gama para competir com o iPhone Xs Max da Apple e com o Galaxy Note 9 da Samsung. O novo modelo da marca chinesa está a ser bem recebido pela crítica, sobretudo por introduzir num mercado sedento de novidades algumas funcionalidades que ainda não foram exploradas por outras marcas. É o caso do sensor de impressões digitais embutido no ecrã e das três câmaras traseiras.

Mas não são as únicas novidades. A Huawei quis piscar o olho à concorrência e, para além de permitir carregar a bateria do Mate 20 Pro com recurso à tecnologia de carregamento sem fios, tornou possível que o próprio Mate 20 Pro carregue outros telemóveis. Isso mesmo. O novo telemóvel da Huawei serve de power bank para ajudar um amigo ou um colega numa situação de emergência. A tecnologia funciona com outros modelos que suportem carregamentos sem fios, entre os quais… os novos iPhones.

Para tal, a fabricante chinesa dotou o flagship de uma bateria com capacidade de 4.200 mAh, acima dos 3.174 mAh do iPhone Xs Max e dos 4.000 mAh do Galaxy Note 9. É carga suficiente para durar mais do que um dia normal de trabalho. Inclui a tecnologia de carregamento rápido da marca que permite, segundo a Huawei, carregar 70% da bateria em meia hora.

Este é o aspeto geral do Huawei Mate 20 Pro.Huawei

O Huawei Mate 20 Pro conta ainda com um ecrã OLED sem margens, que proporciona cores mais brilhantes, contrastadas e naturais. Tem 6,39 polegadas de diâmetro, pelo que é ligeiramente maior do que o novo topo de gama da Apple e, também, mais leve. Pesa 189 gramas, de acordo com as informações fornecidas pela marca. O iPhone Xs Max pesa mais de 200 gramas, segundo o comparador de telemóveis GSMArena.

A imprensa especializada tem destacado também a qualidade das três câmaras traseiras. Tratam-se de três lentes diferentes: um sensor de 40 MP, outro de 20 MP numa lente grande-angular e um terceiro de 8 MP com uma teleobjetiva. Podem funcionar de forma independente, para acorrer a qualquer ocasião de foto que surja à frente do utilizador. Conjugadas, dão ao Mate 20 Pro algumas funcionalidades de realidade aumentada, como a possibilidade de digitalizar um objeto real do mundo físico para, no futuro, o colocar, de forma virtual, num ambiente real. São lentes da marca Leica, que dão continuidade a uma parceria já longa entre as duas empresas.

Este telemóvel conta também com a tecnologia de reconhecimento facial a três dimensões, para desbloqueio do aparelho com o rosto, e uma porta USB-C que também funciona como saída de áudio das colunas, uma aposta de design que está a gerar curiosidade no mercado. Ainda assim, isso não impede o telemóvel de ser à prova de água e do pó. O novo modelo da Huawei também ainda com uma forte componente de inteligência artificial, que conta com a ajuda do novo processador da marca, o Kirin 980. São oito núcleos no total.

Ainda não há uma data para a chegada do Mate 20 Pro às lojas, mas deverá ser já no mês de novembro. Em Portugal, a empresa está a promover as pré-encomendas do novo modelo, por 1.049 euros, com oferta do novo relógio inteligente Huawei Watch GT para quem reservar até ao final deste mês.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Huawei Mate 20 Pro, o topo de gama Android que até carrega o iPhone

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião