Totta diz não a despedimentos. Mantém plano de saídas

O Totta desmente que irá fazer despedimentos. Diz que a saída dos trabalhadores, consoante as necessidades, é feita de forma gradual, e através de mútuo acordo ou por reformas e pré-reformas.

O El Economista (acesso livre/conteúdo em espanhol) avançou que depois de Espanha, o Santander preparava-se para avançar com despedimentos também em Portugal, no âmbito do processo de fusão com o Banco Popular Portugal. O Totta desmente. Não há despedimentos, mas haverá uma saída gradual de funcionários como tem vindo a acontecer nos últimos anos.

Sem mencionar onde obteve a informação, a publicação espanhola referia que os cortes teriam por base a necessidade de melhorar a eficiência da instituição no seguimento do processo de fusão que aumentou de forma expressiva a força de trabalho do Totta em Portugal. O Popular tinha cerca de 900 funcionários em Portugal, e 115 escritórios, que foram integrados na rede do banco.

O Santander Totta, contactado pelo ECO, desmente não só conversações com sindicatos, como era avançado pelo El Economista, mas também que esteja em marcha um processo de cortes de pessoal.

“Com a integração do Popular, o Santander em Portugal irá prosseguir a política que vem seguindo de adaptação do seu quadro de colaboradores face às necessidades atuais, no sentido de ter uma otimização moderada nos seus recursos, sem despedimentos, num processo baseado em saídas por mútuo acordo ou por reformas e pré-reformas”, indica fonte oficial do Santander ao ECO.

“Da mesma forma, sem abandonar praças, o banco continuará a promover um reajustamento da rede de balcões, tendo em conta a proximidade/sobreposição de agências, a sua progressiva especialização e adequação ao mercado, e a necessária correta articulação entre os serviços de base física e a crescente oferta digital”, acrescenta.

(Notícia atualizada pela última vez às 13h22 com resposta oficial do Santander Totta)

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