Hoje nas notícias: Autoeuropa, IMT e pensões

  • ECO
  • 14 Novembro 2018

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A paragem dos estivadores no Porto de Setúbal está a comprometer o normal funcionamento de algumas empresas, como é o caso da Autoeuropa, um dos maiores exportadores nacionais. Em matéria de Orçamento do Estado, as pensões podem não subir tanto como o Governo inscreveu no Orçamento, devido à inflação decisiva para este aumento, que está em queda. Já quem arrenda casa ou quarto a estudantes ou turistas vai ver o Imposto Municipal sobre as Transferências Onerosas de Imóveis (IMT) duplicar. Ainda, na PSP há mais dirigentes nos sindicatos do que associados. Quanto à indústria das touradas, esta origina cerca de cinco milhões de euros anuais nas bilheteiras.

Tensão no Porto de Setúbal trava exportações da Autoeuropa

A paragem no Porto de Setúbal, que já dura há uma semana, motivada por uma guerra laboral entre um grupo de estivadores precários e a empresa de trabalho portuário, está a afetar já várias empresas, sendo que a Autoeuropa — um dos maiores exportadores nacionais — é uma dessas empresas. Segundo uma fonte oficial da Volkswagen em Portugal, a paragem dos estivadores “já implicou o não envio de cerca de seis mil unidades para o seu mercado de destino”. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Imposto duplica para quem arrenda casas ou quartos

Se decidir arrendar um quarto em sua casa a estudantes ou a turistas e se o fizer nos seis anos imediatos após a aquisição do imóvel destinado a habitação própria e permanente, então vai ter de devolver ao Estado a redução do IMT de que beneficiou no momento em que fez as escritura. Além disso, esta correção tem de ser feita no prazo de 30 dias. Esta informação surge na sequência de um pedido de esclarecimento de um contribuinte que questionou a Autoridade Tributária sobre as consequências, em termos de Imposto Municipal sobre as Transferências Onerosas de Imóveis (IMT), se decidisse arrendar um dos cinco quartos da sua casa ou então colocá-lo no alojamento local. Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

Pensões arriscam aumento inferior ao previsto

As pensões poderão, afinal, não aumentar tanto como aquilo que estava previsto. A inflação decisiva para o aumento das pensões, que se aplicará no próximo mês de janeiro a mais de um milhão de pensionistas, está em queda e, por isso, a afastar-se das previsões do Governo presentes na proposta de Orçamento do Estado para 2019. De acordo com os dados avançados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a inflação média de 12 meses sem habitação tem vindo a cair, de 1,3% (em janeiro) para 1,1% (em outubro). Tal significa que, caso a inflação fique em 1,1% no final do ano (visto que o valor que interessa é o de dezembro), os aumentos ficariam duas décimas abaixo do que prevê o Governo. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

 

Há sindicatos da PSP com mais dirigentes que associados

Na Polícia de Segurança Pública (PSP), há alguns sindicatos que têm um maior número de dirigentes do que propriamente de associados. O cargo de dirigente dá direito a quatro folgas por mês, uma regalia utilizada para aliciar associados. Esta situação é reconhecida pelo próprio Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da polícia como “absurda”. No setor, o número excessivo de sindicatos também não é visto com bons olhos. Leia a notícia completa no jornal I (acesso pago).

Quantos milhões vale a indústria das touradas?

A receita anual das bilheteiras não é menos do que cinco milhões de euros e o mesmo valor aplica-se à venda de touros bravos. Já os toureiros, por sua vez, alguns chegam a receber 50 mil euros por espetáculo. Mas as contas não se ficam por aqui. Para montar uma faena, um empresário tem de alugar touros a ganadeiros, contratar artistas cabeças-de-cartaz (cavaleiros, bandarilheiros e matadores), grupos de forcados (que recebem cerca de 1.500 euros por grupo) e uma banda. A roupa dos artistas e a dos forcados também é outra das despesas, ainda que esta tenha preços muito díspares. O “traje de luces” pode ser bordado a ouro ou a prata e, por isso, facilmente alcança os seis mil euros, enquanto os forcados vestem conjuntos que custam cerca de 250 euros. Leia a notícia completa no Observador (acesso livre).

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