Morais Leitão recebe diretor do DCIAP para debater corrupção

Realiza-se já no dia 22 de novembro a conferência Integridade e Responsabilidade Empresarial, a ter lugar no Auditório João Morais Leitão.

Realiza-se já no próximo dia 22 de novembro de 2018 a conferência Integridade e Responsabilidade Empresarial, a ter lugar no Auditório João Morais Leitão, na Rua Castilho, 165, em Lisboa.

Numa organização conjunta do Instituto Miguel Galvão Teles (IMGT) e do Observatório Português de Compliance e Regulatório (OPCR), a conferência junta advogados, juristas, magistrados e responsáveis institucionais para um debate amplo sobre os principais temas da atualidade em matéria de corrupção.

Com abertura de Rui Patrício, sócio da Morais Leitão e cocoordenador do IMGT, o dia arranca com um primeiro painel dedicado ao tema da prevenção da corrupção como promoção da integridade e ética empresarial, que inclui Alexandra Reis (Senior Counsel, Tabaqueira), Nuno Moraes Bastos (Chief Legal and Compliance Officer, Santander Consumer) e Tiago Félix da Costa (Sócio da Morais Leitão), com moderação de Filipe Alves (Diretor do Jornal Económico).

Segue-se a investigação da criminalidade económico-financeira, onde serão oradores Amadeu Guerra (Diretor do DCIAP), António Cluny (Representante de Portugal no EUROJUST) e João Medeiros (Sócio de PLMJ), numa conversa moderada por Filipa Marques Júnior (Sócia da Morais Leitão).

Os trabalhos recomeçam às 14h30 com um painel final sobre políticas de conflitos de interesse, que conta com Nuno Lousa (Sócio da Linklaters, Presidente da Comissão de Responsabilidade Corporativa e Anticorrupção da CCI), José Tavares (Diretor-Geral do Tribunal de Contas, Secretário-Geral do Conselho de Prevenção da Corrupção) e Cristina Vaz Tomé (Professora, Católica School of Business & Economics), com moderação de Marina Pimentel (Rádio Renascença).

O encerramento será feito por Miguel Trindade Rocha (Diretor da EY e Presidente Executivo do OPCR).

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Morais Leitão recebe diretor do DCIAP para debater corrupção

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião