Wall Street dispara. Índices apresentam maiores subidas semanais dos últimos sete anos

Sessão de ganhos em Wall Street, com o S&P 500 e o Nasdaq a apresentarem as maiores subidas semanais desde 2011.

As bolsas norte-americanas encerraram no verde, com os investidores mais otimistas em relação às negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China. Este otimismo nos mercados aparece depois das declarações de uma fonte oficial chinesa que davam conta de que as conversas entre os dois países estavam no bom caminho.

O S&P 500, que encerrou a somar 0,81% para 2.759,99 pontos, e o tecnológico Nasdaq, que avançou 0,79% para 7.330,54 pontos, cresceram 4,8% e 5,6% respetivamente esta semana, representando os maiores aumentos semanais desde 2011, diz a Reuters. Pelo mesmo caminho foi o industrial Dow Jones, que valorizou 0,79% para 25.538,46 pontos, e apresentou a maior subida semanal dos últimos dois anos (5,1%), de acordo com a agência de notícias.

Esta recuperação dos índices, depois de terem aberto em queda, é motivada pelo ambiente positivo que se vive nos mercados. Esta sexta-feira, naquele que é o primeiro de dois dias da cúpula do G20, que reúne as 20 maiores economias do mundo, uma fonte oficial da China deu a entender que as conversas entre Donald Trump e Xi Jinping estavam a caminhar no bom sentido. “O consenso está a aumentar constantemente”, disse.

“O mercado tem estado sensibilizado para duas coisas”, diz Bernard Baumohl, economista-chefe do Economic Outlook Group, citado pela Reuters. “Uma é a política monetária e sobre o desenvolvimento das taxas de juros nos próximos 12 meses. E outra é a reunião do G20”, acrescentou, referindo que “o problema dos investidores e das empresas é que nunca se tem a certeza do que está na mente de Trump”.

Donald Trump e Xi Jinping têm um jantar marcado para este sábado, onde deverão discutir as questões comerciais entre os dois países. As expectativas são muitas sobre a possibilidade de se obter um acordo e de se acabar com esta volatilidade introduzida nos mercados, que tem vindo a prejudicar o comércio e a economia mundial, assim como as empresas.

Estes disparos semanais dos principais índices norte-americanos acontecem numa semana em que os investidores também ficaram animados com as declarações de Jerome Powell sobre o aumento de juros nos Estados Unidos. O presidente da Reserva Federal (Fed) disse que as taxas atuais estão num nível neutro e as minutas publicadas esta quinta-feira indicam um novo aumento de juros em dezembro.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Wall Street dispara. Índices apresentam maiores subidas semanais dos últimos sete anos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião