Castro e Almeida eleito CEO do Santander Totta. Falta luz verde do BCE

Os acionistas já aprovaram a nova administração do Santander Totta. António Vieira Monteiro passa a chairman, deixando o lugar de presidente da comissão executiva para Pedro Castro e Almeida.

Pedro Castro e Almeida é o novo CEO do Santander Totta.

Os acionistas já aprovaram o novo conselho de administração do Santander Totta. António Vieira Monteiro passa a chairman do banco, deixando o lugar de presidente da comissão executiva para Pedro Castro e Almeida. Mas as mudanças, que esperam o aval do Banco Central Europeu (BCE) para que se concretizem, não ficam por aqui.

Além de Castro e Almeida, a nova comissão executiva será composta ainda por Manuel Preto (será vice-presidente deste órgão, mantendo-se como CFO), Inês Oom de Sousa, Amílcar Lourenço, Isabel Guerreiro e Miguel Belo de Carvalho. Os três últimos nomes são novidade, embora todos venham de dentro do banco. Amílcar Lourenço era responsável pela área de risco, Isabel Guerreiro tinha a seu cargo projetos na transformação digital e Miguel Belo de Carvalho liderou equipa que coordenou a integração do Banif e do Popular Portugal.

Face à anterior equipa de gestão, saem assim João Baptista Leite, José Leite Mais e Luís Bento dos Santos.

Por outro lado, vão assumir funções como administradores não executivos José Carlos Sítima (será vice-presidente do conselho de administração, Ana Isabel Morais, Andreu Plaza Lopez, Daniel Traça e Isabel Mota. Isto para lá de Vieira Monteiro, que será o chairman. Aqui há membros que vêm de fora do grupo Santander: Daniel Traça, que ainda esta quarta-feira foi reeleito diretor da Nova SBE; e Ana Isabel Morais que é associate dean do ISEG e conta com passagens pela EPAL e pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas.

O único espanhol a integrar o conselho de administração do Santander Totta é Andreu Plaza Lopez, que é atualmente senior advisor para o CEO do grupo Santander.

Os nomes aprovados esta quinta-feira em Assembleia Geral de acionistas ficam agora à espera de aprovação do BCE. “A entrada em funções dos novos membros dos órgãos sociais agora eleitos está dependente da avaliação do BCE, no âmbito do processo fit & proper (adequação e avaliação)”, diz o banco em comunicado.

(Notícia atualizada às 12h57)

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