Novo Banco fechou 71 balcões no ano passado. Tem menos 392 trabalhadores

O banco liderado por António Ramalho encolheu no ano passado o número de balcões para 402. O número de trabalhadores também baixou para 5.096. Em, resultado os custos com pessoal baixaram 3%.

O Novo Banco continua a aposta em “emagrecer” a sua atividade. A reestruturação do banco liderado por António Ramalho conduziu ao fecho de 71 balcões no ano passado e à saída de 392 trabalhadores, no ano passado, segundo os resultados divulgados nesta sexta-feira.

O Novo Banco que não só voltou a registar prejuízos, como os agravou para 1,412 mil milhões de euros, fechou o ano passado com 402 balcões distribuídos por todo o país. Este número representa uma diminuição de 71 face ao número de balcões que dispunha no final do ano anterior.

Com o fecho de balcões também saíram trabalhadores. O banco diz que fechou o ano passado com 5.096 colaboradores, uma quebra de 392 face aos que trabalhavam no banco no final de 2017.

Esta redução tanto de balcões como de colaboradores ajudou à redução dos custos operacionais do banco. No ano passado estes totalizaram 487,3 milhões de euros, uma quebra de 11,3% face ao registo do ano anterior, “reflexo das melhorias concretizadas ao nível da simplificação dos processos e da otimização das estruturas com a consequente redução de balcões e de colaboradores”, especifica o Novo Banco no balanço das suas contas de 2018.

No que respeita em específico aos custos com pessoal, o banco liderado por António Ramalho diz que ascenderam a 257,9 milhões de euros, em 2018, uma quebra homóloga de 3%.

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