Economia espanhola cresceu 2,6% em 2018, mais do que o previsto

  • Lusa
  • 29 Março 2019

O nosso principal parceiro comercial viu a economia crescer mais do que o previsto no ano passado. Este crescimento deveu-se à contribuição de 2,9 pontos percentuais da procura nacional.

O Produto Interno Bruto (PIB) espanhol cresceu 2,6% em 2018, mais uma décima do que o avançado inicialmente pelo Instituto Nacional de Estatística espanhol (INE).

No entanto, o INE reviu em baixa para 0,6% a taxa de crescimento da economia espanhola no quarto trimestre de 2018, menos uma décima do que o valor divulgado em 31 de janeiro.

O crescimento económico anual deve-se basicamente à contribuição de 2,9 pontos percentuais da procura nacional, similar à do ano anterior e à calculada previamente, enquanto a da procura externa retirou três décimas, menos uma décima do que o valor avançado pelo INE há dois meses e depois de em 2017 ter contribuído com uma décima.

Concretamente, as exportações passaram de um crescimento de 5,2% em 2017 para 2,3% em 2018, enquanto as importações passaram de 5,6% para 3,5%. Também em comparação com 2017, o consumo das famílias caiu uma décima para 2,3% e os gastos das administrações públicas avançaram duas décimas para 2,1%, enquanto o investimento subiu cinco décimas para 5,3%.

Com um PIB para o conjunto do ano de 1.208.248 milhões de euros (que traduz um aumento de 3,6% a preços correntes), a economia acumula cinco anos de recuperação, apesar de perder fôlego pelo terceiro ano consecutivo. Em 2014 o PIB avançou 1,4% (o primeiro crescimento depois da crise), em 2015 subiu 3,6%, em 2016 aumentou 3,2%, em 2017 cresceu 3% e no ano seguinte 2,6%.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Economia espanhola cresceu 2,6% em 2018, mais do que o previsto

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião