Sonae investe mais de 100 milhões em inovação

O grupo Sonae investiu mais de 100 milhões de euros em inovação e desenvolveu mais de mil projetos a nível mundial. O objetivo é solidificar a posição de liderança no setor do retalho.

A Sonae investiu mais de 100 milhões de euros em inovação, investigação e desenvolvimento o ano passado, apenas na área do retalho. Ao todo foram 1.079 projetos a nível mundial, anunciou a empresa em comunicado esta segunda-feira. Em comparação com o ano anterior, o investimento foi menor em cinco milhões de euros.

Estes dados constam no “livro de inovação do retalho 2018”, um relatório pioneiro no setor empresarial a nível mundial e editado pelo décimo ano consecutivo. No comunicado constata-se ainda que a Sonae conta com uma rede de open innovation que conta com 429 parceiros em 34 países.

Face a esta aposta estratégica, nos últimos dois anos, o número de parceiros de inovação da Sonae cresceu mais de 20%, onde se incluem universidades, centros de investigação e desenvolvimento, empresas, startups, incubadoras e aceleradoras, fornecedores e instituições das mais variadas áreas.

Catarina Oliveira Fernandes, diretora de comunicação da Sonae, realça que na empresa acreditam que “a diversidade e multidisciplinaridade são chaves para a inovação”. “Por isso, investimos nas pessoas, que estão no centro da nossa estratégia de inovação, e procuramos estabelecer parcerias que potenciam a nossa capacidade de inovar, estimulando a partilha do conhecimento e o desenvolvimento de iniciativas por via de cooperação em rede”, justifica a responsável. Esta estratégia tem vindo a “beneficiar não só a especialização das equipas, como também as oportunidades de crescimento dos negócios de retalho da Sonae, que reforçaram as suas posições de liderança no último ano”, acrescenta.

Entre as mais de 50 inovações que constam do livro de inovação 2018 e que foram desenvolvidas e implementadas pelas insígnias de retalho da Sonae estão projetos como: a app Feedback do Cliente, a app Smart Continente e o projeto Improve Your Game da Worten que foi implementado para responder ao crescente fenómeno do gaming e já está a surgir efeito, garante a empresa. As vendas desta categoria cresceram 60% e a quota de mercado da Worten aumentou em três pontos percentuais.

As inovações desenvolvidas e implementadas pela Sonae permitiram à marca reforçar a sua sustentabilidade, aumentar as vendas, reduzir custos e poupar no tempo despendido em vários processos.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Sonae investe mais de 100 milhões em inovação

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião