Hoje nas notícias: Fisco, reembolsos e Queiroz Pereira

  • ECO
  • 31 Maio 2019

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

No imobiliário, os norte-americanos da Discovery Land Company já fizeram a escritura de compra e venda e são, agora, donos do projeto turístico Costa Terra. Já em matéria de impostos, no primeiro mês de entrega do IRS, as famílias receberam, em média, um reembolso de 1.061 euros. O Fisco, por outro lado, vai começar na próxima semana uma megaoperação a casamentos e festivais de música. A ação vai durar três meses e tem como foco empresas e pessoas singulares que se dedicam a atividades económicas relacionadas com estes setores.

Fisco lança megaoperação a casamentos e festivais de música

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) vai começar, na próxima semana, uma megaoperação de inspeção a casamentos e festivais de música. A ação vai durar três meses e tem como foco empresas e pessoas singulares que se dedicam a atividades económicas relacionadas com casamentos. Na mira do Fisco estão empresas de catering e de animação, o aluguer dos espaços do evento, fotógrafos e floristas, revela uma ordem de ações de inspeção. Além do negócio dos casamentos, também os festivais de música vão ser alvo de inspeção, incluindo faturação de bilheteiras, contratos e pagamentos a artistas. Leia a notícia completa em Jornal Económico (acesso condicionado).

Reembolso médio do IRS supera os mil euros

No primeiro mês da entrega do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS), as famílias receberam, em média, um reembolso de 1.061 euros. Os números do Ministério das Finanças mostram que o valor do reembolso médio ultrapassa o salário médio das famílias portuguesas que, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística, ronda os 912 euros. Ao todo, durante o mês de abril, foram reembolsados cerca de 1,19 milhões de contribuintes, num montante de 1.260 milhões de euros. Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso condicionado).

Americanos já são donos do projeto turístico da família Queiroz Pereira

Os norte-americanos da Discovery Land Company já são donos do projeto turístico localizado na freguesia de Melides, concelho de Grândola, Costa Terra. Com quatro quilómetros de frente de costa, o projeto era detido pela Semapa a holding da família Queiroz Pereira. Com a escritura de compra e venda já assinada, o grupo norte-americano tem pressa em avançar com o projeto. Os trabalhados de infraestruturação dos terrenos deverão começar já a partir da próxima semana. Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso condicionado).

Estado não estava preparado para descongelamento de carreiras

O descongelamento da progressão das carreiras do Estado está a gerar problemas entre os funcionários públicos. O processo, que era pedido pelo setor da Administração Pública, começou em janeiro do ano passado e motivou 145 queixas à provedora da Justiça. O relatório anual da provedora de Justiça indica que houve, em 2018, 1.146 queixas relacionadas com direitos dos trabalhadores, um número que representa um decréscimo de 6% face ao ano anterior. Destes, 974 estão relacionados com relações de emprego público e, dentro desse universo, estão 145 queixas associadas ao descongelamento de carreiras. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Custo de comprar casa desce. Sobe no arrendamento

A aposta na construção no segmento de luxo tem vindo a reduzir a oferta de habitações destinadas à classe média. Por outro lado, também as taxas de juro estão, neste momento, em mínimos históricos, o que incentiva as famílias a adquirir imóveis. Neste cenário, o custo de comprar casa desce, mas aumenta no arrendamento. Leia a notícia completa em Jornal de Notícias (acesso condicionado).

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

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