Portugal é o terceiro país mais seguro do mundo

  • Lusa
  • 13 Junho 2019

Segundo o Índice Global de Paz, Portugal é o terceiro país mais seguro do mundo. Subiu uma posição em comparação com o ano anterior. Em 2013, Portugal ocupava o 18º lugar.

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, argumentou na passada quarta-feira que Portugal tem evoluído “muito significativamente” ao nível da segurança e é considerado o 3º país mais seguro, segundo o Índice Global de Paz.

“Estávamos em 18º, há seis anos atrás. No último indicador”, “estamos em 3º lugar”, revelou o ministro, em declarações aos jornalistas em Vendas Novas, no distrito de Évora.

À margem da cerimónia de entrega de 224 novas viaturas à GNR, Eduardo Cabrita considerou aos jornalistas que, o facto de o país estar em “3º, 4º ou 5º” não é importante, porque o que é “muito significativo” é que Portugal tenha vindo, “gradualmente, ano a ano, a consolidar esta imagem” de segurança.

Portugal evoluiu muito significativamente, temos tido, ano a ano, uma redução da criminalidade geral e violenta, isso tem sido reconhecido” e “é muito importante, antes de mais para os portugueses, mas também para a imagem do país”.

O ministro referiu que, sempre que participa “em reuniões internacionais, a imagem que é sempre associada a Portugal” é “uma imagem de segurança e os portugueses, hoje, cada vez mais, têm a consciência disso”.

Para o ministro, esta evolução deve-se “ao investimento” na área e a “uma grande coordenação de meios entre as várias forças”, nomeadamente a GNR, PSP, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e Polícia Judiciária.

Mas também “a um esforço, no caso da GNR” dos “cerca de 23 mil mulheres e homens que, por vezes em condições muito difíceis, deram o melhor pela segurança dos portugueses”, acrescentou.

O 3º lugar alcançado agora no Índice Global de Paz, segundo Eduardo Cabrita, “consolida a imagem” do país, que subiu uma posição em comparação com o ano anterior, mas o que interessa é “estar entre os melhores e continuar a trabalhar”.

O ministro presidiu quarta-feira à entrega à GNR de 224 novas viaturas, destinadas às componentes Territorial, Policiamento Comunitário, Trânsito, Intervenção e Investigação Criminal.

No fim da cerimónia, que contou com a presença do comandante-geral da GNR, tenente-general Luís Francisco Botelho Miguel, entre outras entidades, o governante explicou que este lote de veículos, a distribuir por “unidades territoriais um pouco por todo o país”, implicou um investimento de “quase seis milhões de euros”.

“Já tínhamos feito entregas anteriores. Vamos já, neste momento, com cerca de 600 viaturas entregues na GNR”, afirmou Eduardo Cabrita.

Estes veículos fazem parte do concurso lançado para fornecimento de viaturas a todas as forças de segurança, ao longo de quatro anos, num total de dois mil veículos, com um investimento de 50 milhões de euros.

“O investimento fundamental hoje é na criação de uma ideia de segurança”, o que “é decisivo” para “o turismo, para captar investimento e para atrair estudantes ou cientistas”, argumentou.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Portugal é o terceiro país mais seguro do mundo

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião