Trump diz que EUA estão “a ganhar” guerra comercial contra a China

No sábado, Donald Trump anunciou o recomeço das negociações entre Pequim e Washington. E no domingo, fez questão de sublinhar que os EUA estão "a ganhar" a guerra comercial contra a China.

Um dia depois de ter anunciado o recomeço das negociações entre Washington e Pequim, Donald Trump diz que os Estados Unidos estão “a ganhar” a guerra comercial contra a China, avança a Bloomberg (acesso condicionado). O presidente norte-americano falava aos jornalistas, este domingo, numa visita à Coreia do Sul.

Donald Trump começou por considerar que a Reserva Federal não “tem ajudado de todo” nas tensões comerciais frente aos chineses e acabou por declarar: “Apesar disso, estamos a ganhar. Estamos a ganhar à grande, porque criámos uma economia que não fica atrás de nenhum outra”, disse o líder norte-americano.

No sábado e após uma reunião que demorou mais de uma hora com o Presidente chinês, Trump tinha garantido que as negociações entre a Pequim e Washington iriam recomeçar. O Presidente tinha também adiantado que, apesar de manter as taxas já aplicadas, não iria avançar, pelo menos por agora, com mais tarifas aduaneiras aos produtos chineses. Ou seja, tinha anunciado uma espécie de trégua temporária.

A Bloomberg nota, contudo, que a Casa Branca não revelou mais detalhes sobre esse retomar das negociações, não sendo claro que posições irão tomar as duas maiores economias do mundo. Para já, sabe-se apenas o que foi revelado por Donald Trump: os Estados Unidos não irão avançar para já com novas taxas, que iriam abranger 300 mil milhões de dólares de artigos chineses e em troca a China irá adquirir bens agrícolas produzidos nos Estados Unidos.

A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China já dura há mais de um ano e envolve, neste momento, milhares de milhões de dólares em importações de ambos os países, afetando o comércio e o crescimento económico global.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Trump diz que EUA estão “a ganhar” guerra comercial contra a China

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião