Primeiro Spaces em Portugal abre ainda este ano. Mas os planos da marca de coworking não ficam por aqui

O Marquês de Pombal foi o local escolhido para acolher o primeiro centro da Spaces no país. Dos planos da empresa para Portugal faz parte a abertura de mais três centros em Lisboa, bem como no Porto.

A entrada de uma nova marca de coworking no mercado nacional está para breve. Lisboa vai receber o primeiro centro da Spaces no país e tudo indica que a abertura acontece durante o último trimestre do ano. Mas os planos do Spaces para Portugal não ficam por aqui. “Esta é a primeira unidade que vamos abrir, mas temos em plano abrir mais três em Lisboa e também no Porto”, afirma Jorge Valdeira, country manager de Portugal da IWG.

A expectativa para o Spaces é de crescimento. “Já temos uma grande quantidade de clientes em lista de espera para poder confirmar assim que soubermos a data exata de abertura. Temos tido contactos de várias empresas e vários potenciais clientes. Assim que possamos começar a fazer contratos com eles, avançamos”, diz em entrevista ao ECO.

Para já, a Praça Marquês de Pombal foi a localização escolhida para receber o primeiro centro da Spaces, num edifício de nove pisos, com uma área de mais de cinco mil metros quadrados e que se traduz num investimento de mais de três milhões de euros. “Este tipo de unidades tem de estar localizada em grandes cidades, em pontos em que nada está longe”, afirma Jorge Valdeira.

“Quando escolhemos o Marquês de Pombal para colocar o Spaces, tivemos de ter em conta que está a duas estações de metro do Bairro Alto e de toda aquela zona que tem metro direto para o Cais do Sodré. Por outro lado, o Parque Eduardo VII está mesmo ao lado, dá para ir correr até Monsanto, há uma doca enorme de bicicletas partilhadas à porta e duas linhas de metro que se cruzam ali”, explica o country manager de Portugal.

“Quando pensamos nos millennials e naqueles que não são millennials mas que gostavam de ser, falamos de pessoas que querem ter tudo isto nas suas proximidades” e, por isso mesmo, os centros Spaces — que apelam à geração dos millennials, a um ambiente inovador e criativo — têm de estar localizados em grandes cidades.

Em Portugal, o grupo de coworking e trabalho flexível IWG, líder mundial nas ofertas de espaços de trabalho, já explora a marca Regus, que está presente com vários centros em várias cidades do país, como Lisboa, Porto, Oeiras ou Braga, por exemplo.

Entre a Regus e o Spaces, a principal diferença é a comunidade. “Na Regus, o ambiente é um pouco mais corporate. No Spaces, o ambiente é mais solto, informal e, consequentemente, estimula a criatividade. Além disso, são unidades maiores e sempre em grandes áreas metropolitanas”, refere Jorge Valdeira.

O Spaces surgiu em Amesterdão há cerca de dez anos e, desde aí, tem vindo a instalar-se em grandes cidades espalhadas pelo mundo. África do Sul, Alemanha, Itália ou Estados Unidos são apenas alguns dos países que acolhem estes centros. “A marca foi criada por um empreendedor, em Amesterdão, muito dentro do espírito da cidade, que é uma cidade muito aberta e tolerante”, explica.

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