Revista de imprensa internacional

Jovens menores estão a trabalhar para produzir dispositivos da Amazon na China. A Huawei lançou um novo sistema operativo.

Jovens que ainda andam na escola estão a trabalhar horas extraordinárias e durante a noite a produzir dispositivos da Amazon, na China. A Huawei já tem pronto um novo sistema operativo, que poderá ser usado em vários dispositivos, e que poderá substituir o Android. O Facebook está a tentar fechar acordo com vários meios de comunicação para conseguir licenças para utilizar conteúdo noticioso. Veja estas e outras notícias que marcam a atualidade internacional.

The Guardian

Menores na China trabalham tempo extraordinário para produzir dispositivos Alexa da Amazon

Jovens dos 16 aos 18 anos, que ainda andam na escola, estão a ser recrutados para trabalhar em fábricas a produzir os dispositivos Alexa da Amazon na China. Muitos destes adolescentes tiveram que trabalhar durante a noite para produzir os dispositivos, de acordo com documentos obtidos pelo The Guardian, o que viola as leis de trabalho chinesas. Os jovens são classificados como “estagiários” e os seus professores são pagos pela fábrica para os acompanhar.

Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês).

Wall Street Journal

Facebook oferece a jornais milhões de dólares por ano para licenciar conteúdo

A rede social Facebook estará em conversações com grandes publicações de comunicação social, com o objetivo de obter acordos de licenciamento para republicar histórias e outros conteúdos de notícias. Os acordos podem valer milhões de dólares por editora, com o Facebook alegadamente a oferecer até três milhões de dólares por ano por direitos de licenciamento. Entre os meios contactados encontra-se a Bloomberg e o The Washington Post.

Leia a notícia completa no Wall Street Journal (acesso pago, conteúdo em inglês).

CNBC

Huawei lança novo sistema operativo que pode substituir Google Android

A chinesa Huawei lançou um novo sistema operativo que pode ser usado em vários dispositivos, desde smartphones a colunas inteligentes e até sensores, num passo em direção à Internet of Things. O sistema, cujo nome em inglês é HarmonyOS, poderá substituir o Android caso o uso deste seja proibido, uma preocupação que surge depois de várias restrições impostas à fabricante pelos Estados Unidos. O sistema será lançado inicialmente na China, expandindo depois para o resto do globo.

Leia a notícia completa na CNBC (acesso livre, conteúdo em inglês).

Expansión

Agência de segurança aérea espanhola multa Enaire

A Agência Estatal de Segurança Aérea de Espanha multou a Enaire, gestora do espaço aéreo no país, em 120 mil euros. Na origem da multa estão infrações relacionadas com a ausência dos controladores do posto de trabalho, que se verificou de uma forma “generalizada, observada em vários centros de controlo, e contínua, por ter sido ao longo do tempo”. Os controladores são uma das figuras essenciais na gestão diária do espaço aéreo e a sua ausência do posto é proibida.

Leia a notícia aqui no Expansión (acesso livre/conteúdo em espanhol).

Reuters

Centenas de manifestantes juntam-se no aeroporto de Hong Kong

Quem chega ao aeroporto de Hong Kong será confrontado com várias centenas de manifestantes num protesto pacífico. Vestidos de preto e com vários cartazes em múltiplas línguas, os manifestantes estão a entregar panfletos e deixam a garantia de que será um protesto pacífico desde que a polícia não apareça.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês).

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

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António Costa
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