Wall Street prolonga perdas. Investidores temem recessão

As tensões comerciais entre EUA e China continuam a condicionar os mercados bolsistas, com os investidores a anteciparem um período conturbado para a economia mundial. Índices prolongam perdas.

Os três principais índices de Wall Street abriram em baixa prolongando as perdas registadas na semana passada. Os investidores continuam a vender ações e a procurar refúgio noutros ativos menos expostos às tensões comerciais, numa altura em que o diferendo entre EUA e China não tem fim à vista e o medo de uma recessão global continua a condicionar as negociações.

Neste contexto, o S&P 500 cai 0,54%, para 2.902,79 pontos, acumulando uma queda de 1% desde que Donald Trump anunciou um novo pacote de tarifas aduaneiras sobre as importações de produtos chineses. Por seu turno, o industrial Dow Jones recua 0,66%, para 26.112,91 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq perde 0,62% e está a cotar nos 7.910,12 pontos.

O setor bancário está a liderar as perdas. As ações do Bank of Amercia desvalorizam 2,58%, para 27,59 dólares. O Wells Fargo perde 1,77%, para 45,49 dólares, enquanto o Goldman Sachs recua 2%, para 202,62 dólares cada título.

As bolsas dos EUA seguem, assim, o mesmo caminho das praças europeias e asiáticas esta segunda-feira, com o mercado a antecipar um período mais conturbado para a economia mundial, que está a levar os investidores a apostarem em ativos como o ouro. Face a estas perspetivas, a onça de ouro volta a valorizar, subindo 0,57%, para 1.505,3051 dólares.

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