Impacta quer apoiar mulheres empreendedoras em Portugal

O Impacta foi criado no início do ano para apoiar as mulheres empreendedoras estrangeiras em Portugal. O próximo evento aberto acontece já a 12 de setembro, em Lisboa, no Avila Spaces.

O Impacta, um grupo de apoio ao desenvolvimento pessoal e profissional das mulheres empreendedoras em Portugal, vai organizar um encontro a 12 de setembro, no Avila Spaces, na Avenida da República em Lisboa, para ajudar as mulheres a “potenciar as energias e melhorar os resultados finais”. O encontro tem um valor de 10 euros, é aberto à comunidade as inscrições podem ser feitas através de um formulário na página oficial do Impacta.

O Impacta foi idealizado no final do ano passado e fundado no início deste ano, com o objetivo de apoiar mulheres empreendedoras, freelancers e que estão à procura de um emprego autónomo. Desde a sua criação, o Impacta promove encontros mensais abertos, tal como o de 12 de setembro, e encontros do Clube Impacta, exclusivos para os membros do Clube.

Um dos maiores desafios do empreendedorismo, por si só, poderá ser “a solidão“, acredita Daniela S.A., uma das fundadoras do Impacta. “Sentimo-nos muitas vezes perdidos, sem saber para que lado seguir, ou qual decisão tomar. Quando estamos inseridos numa comunidade, num clube, conseguimos trocar ideais, informações, frustrações, e tudo parece ficar mais leve, muitas vezes partilhando encontramos as respostas”, acrescenta.

No encontro de 12 de setembro, o objetivo é ajudar as mulheres a “melhorar o dia-a-dia e a potenciar a energia para ter melhores resultados financeiros”, tendo sempre como base o “equilíbrio do corpo, mente e espírito”, explica Daniela. No encontro aberto de 12 de setembro, vão estar presentes uma médica, uma coach de nutrição, e decorrerá uma sessão de mindfullness. São esperados entre 20 a 40 participantes.

O propósito da Impacta é criar uma comunidade forte e fomentar “um ambiente de confiança, onde nos possamos apoiar, trocar ideias, informações porque muitas vezes o universo do empreendedorismo é muito solitário“, sublinha Daniela.

O Impacta é sobretudo dirigido a mulheres, mas Daniela garante que “abraçam a diversidade”.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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António Costa

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