Vendas e marketing: Quem são os mais bem pagos? E os mais procurados?

Copywriter e web designer estão, atualmente, entre as funções mais procuradas. Mas o melhor salário é o do diretor comercial, que pode alcançar os 100 mil euros brutos anuais, diz a Robert Walters.

Os hábitos de consumo estão a mudar. E à medida que os catálogos emigram para os ecrãs dos computadores ou smartphones, e as compras são feitas sem que os clientes precisem de sair casa, torna-se mais importante ter profissionais que tomem conta da área de vendas e marketing das empresas. As funções do mundo digital estão a ganhar terreno e já são das mais procuradas pelas organizações. Mas na área de sales & marketing, há posições que alcançam os 100 mil euros brutos por ano.

“O retalho do futuro será voltado para o e-commerce. As lojas de hoje serão lojas de experiências no futuro. Passarão de meros espaços de venda de serviços e produtos a espaços de venda de experiências, onde o consumidor poderá conhecer os valores das marcas“, começa por explicar a Robert Walters, uma empresa de recursos humanos, em comunicado.

“Serão locais onde poderá encontrar serviços associados ao produto ou pop up stores [pontos temporários de vendas], onde a realidade virtual e a realidade aumentada estarão presentes de forma a conectar o consumidor em loja com o mundo digital”, acrescenta. Mas, para isso, é preciso investir nos melhores profissionais do setor.

"O retalho do futuro será voltado para o e-commerce. As lojas de hoje serão lojas de experiências no futuro.”

Robert Walters

O recibo de vencimento mais recheado é o do diretor comercial

De acordo com o estudo de evolução do mercado de trabalho de sales & marketing, realizado pela Robert Walters, o diretor comercial e o diretor de markteting são aqueles que mais se destacam no que toca aos recibos de vencimento. Consoante os anos de experiência, a remuneração média bruta destes profissionais pode chegar aos 100 mil euros por ano, diz a Robert Walters ao ECO. Fazendo as contas, estamos a falar de mais de 7.000 euros por mês.

Segue-se o head of e-commerce, com um salário médio anual que pode ascender aos 80 mil euros brutos, ou seja, cerca de 5.700 euros por mês. E, do pódio faz ainda parte o diretor de vendas, com um rendimento médio bruto anual de 70 mil euros (5.000 euros mensais).

E-commerce e publicidade dominam os anúncios de emprego

“As empresas já assumiram que a sua presença online é obrigatória para a continuidade e crescimento dos seus negócios, estando, por isso mesmo, a investir cada vez mais neste canal. Procuram integrar profissionais especialistas na área, optando por criar as suas próprias equipas e manter o conhecimento ‘dentro de portas’ e deixando de ter total dependência de parceiros, como agências especializadas de comunicação ou marketing”, explica a empresa especializada em recrutamento.

Entre as competências e perfis mais procurados, a Robert Walters destaca os profissionais especializados em pay per click (PPC) e customer relationship management (CRM). “À medida que os negócios das empresas se transformam […] assistimos a uma enorme procura de profissionais especialistas em CRM. Da mesma forma, as empresas têm cada vez mais necessidade de investir em publicidade online paga, visto que o trabalho de otimização do tráfego orgânico já não é suficiente para as empresas enfrentarem a concorrência online”, explica.

A par destes — e tendo em conta a necessidade de otimização e atualização de conteúdo online — também os gestores de produto para plataformas de e-commerce, os copywriters e os web designers e designers de produto são cada vez mais procurados pelas empresas.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Vendas e marketing: Quem são os mais bem pagos? E os mais procurados?

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião